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300 empresas já aderiram ao Pacto de Integridade de Negócios contra a Corrupção

Andreas Fransius conselheiro Político da Embaixada da Suécia em Moçambique 2

O Pacto de Integridade de Negócios contra a Corrupção (BIPAC), uma iniciativa do Instituto de Directores de Moçambique (IODmz), conta actualmente com um total de 300 empresas signatárias, contra as 75 que constituíam o indicador chave de desempenho até ao fim da vida útil do projecto (31/12/2016).

Esta revelação foi recentemente feita, na cidade de Maputo, por David Seie, director Executivo do IODmz, durante a 2ª Conferência Nacional sobre a Prevenção e Controlo da Corrupção em Moçambique.

O BIPAC é um instrumento que visa promover valores essenciais como a transparência, a prestação de contas, a responsabilização por actos e omissões, a promoção de integridade, profissionalismo, bem como a tolerância zero contra actos de corrupção nos negócios.
Segundo David Seie, que falava na abertura desta conferência realizada pelo IODmz, em parceria com o Centro de Integridade Pública (CIP), o BIPAC encontra-se actualmente na sua fase final, prevendo-se o término oficial da sua vida útil até ao fim do mês em curso. Entretanto, o IODmz está a procurar novos parceiros de cooperação para a continuidade da missão do BIPAC em moçambique.

“Em Maio, quando da realização da 1ª conferência assinaram o Pacto de integridade 41 empresas comparativamente ao indicador de desempenho de 75 empresas. Todavia conseguimos superar as nossas expectativas, visto que actualmente, seis meses depois, contamos com um número acima de 300 signatários”, referiu.

“Queremos que esta aliança continue e seja duradoura, já com uma nova dinâmica.
Por fim, David Seie apelou aos 300 signatários do BIPAC para que criem uma Coligação Nacional Contra a Corrupção, que será conhecida por CONCA.

“Queremos constituir esta coligação depois do pacto. Ainda não sabemos como faremos, mas o nosso objectivo é materializar a CONCA em 2017, alinhada com a Convenção das Nações Unidas Contra a Corrupção (UNCAC)”, explicou.

Por sua vez, o representante da Embaixada da Suécia em Moçambique, Andreas Fransius, referiu no seu discurso que “o combate à corrupção é uma prioridade transversal para o seu País e um aspecto fundamental para todas as nossas actividades e relações enquanto parceiros de Moçambique. A eliminação da corrupção constitui uma peça fundamental para criar uma sociedade justa e sustentável”.

É por isso que, conforme assegurou Andreas Fransius, “o BIPAC é, na nossa perspectiva, uma iniciativa única e promissora da qual estamos orgulhosos em apoiar”.

Andreas Fransius conselheiro Político da Embaixada da Suécia em Moçambique 2

Andreas Fransius conselheiro Político da Embaixada da Suécia em Moçambique

 

David Seie director Executivo do IODmz

David Seie Director Executivo do IODmz

 

Participantes da segunda conferência do BIPAC

Participantes da segunda conferência do BIPAC

 

Participantes da segunda conferência do BIPAC 2

Participantes da segunda conferência do BIPAC