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Comércio supera agricultura na criação de empregos

Ministério do Trabalho Emprego e Segurança Social

Foram criados 377.639 postos de emprego em todo o País no ano de 2017. Destes, o sector de comércio a grosso e a retalho teve a maior contribuição com 60.835, seguido da agricultura com 50.740 e da construção com 30.507 empregos criados.

 

No concernente aos resultados alcançados por tipo de sector ou de interveniente, verifica-se no período (2017) em análise, maior percentagem de empregos gerados pelas admissões directas na ordem de 45 por cento, auto-emprego com nove por cento seguido das Agências Privadas de Emprego com sete.

 

O aumento da produção e da produtividade e consequente maior disponibilidade de produtos acabados para comercialização, contribuíram sobremaneira para a ascensão do sector do comércio a grosso e a retalho para a posição de sector de actividade económica que mais postos de emprego criaram no ano transacto.

 

Estes dados constatam do balanço anual do Plano Económico e Social de 2017, produzido pelo Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social referente a promoção de emprego no País.

 

Segundo o documento em referência, o Governo tem se empenhado na promoção da criação de emprego nos diversos sectores de actividade económica e social, incentivando e apoiando iniciativas geradoras de emprego e auto-emprego.

 

Numa outra vertente, segundo dados constantes no balanço 48.946 empregos foram criados resultantes da intervenção do sector público através dos diferentes fundos; 12.323 admissões na função pública (principalmente no sector da saúde e educação), 190.591 admissões pelo sector privado e 29.492 resultantes do recrutamento para o exterior.

 

Para além dos números de emprego acima indicados, o Governo tem vindo a aperfeiçoar medidas activas de emprego que tem contribuído para que jovens tenham condições de iniciar o seu próprio pequeno negócio, impulsionando o empreendedorismo e valorizando o auto-emprego.

 

Nesse âmbito, foram adquiridos 943 kits de auto-emprego, dos quais 600 para o auto-emprego de jovens nas áreas de carpintaria, serralharia, corte e costura, avicultura, construção civil (pedreiros), canalização, electricidade instaladora, mecânica-auto e refrigeração. A par do auto-emprego está a promoção de estágios pré – profissionais que resultaram na inserção de 4.167 estagiários na experiência laboral.

 

Ministério do Trabalho Emprego e Segurança Social