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Cornelder Mantém Tendência de Crescimento de Volumes de Tráfego

CORNELDER

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Não obstante as adversidades ditadas pela Pandemia da COVID-19 e seu impacto negativo na Economia global, a Cornelder de Moçambique (CdM), concessionária dos terminais de Contentores e de Carga Geral do Porto da Beira, registou até ao final de Dezembro de 2020 um desempenho operacional positivo, tendo manuseado no Terminal de Carga Geral 3,1 milhões de toneladas contra 2,1 manuseadas em igual período do ano transacto, representando um crescimento expressivo de 46%. Ao nível do Terminal de Contentores, foram manuseados 255,459 TEUs, contra os 259,938 TEUs manuseados em igual período de 2019, representando um decréscimo de 1,7 %.

O acentuado crescimento de volumes de tráfego no Terminal de Carga Geral deve-se ao aumento de importações de fertilizantes por parte dos países do hinterland com particular destaque para Malawi e Zimbabwe, bem como de clinker para Moçambique. Os países da região também incrementaram significativamente as exportações de minérios.

A redução de volumes de contentores deve-se essencialmente ao abrandamento do transporte marítimo no primeiro semestre do ano e à paralisação de várias indústrias à escala global  em face do lockdown verificado em vários países devido à pandemia do novo coronavírus. Contribuiu igualmente para esta redução de volumes, o decréscimo registado na exportação da madeira nacional e importação de bens diversos para o nosso País. 

Embora os volumes de carga manuseada em 2020 sejam animadores e representem uma tendência positiva de crescimento, os mesmos equiparam-se aos resultados e produtividade de 2017, o que demonstra que apesar do incremento no ano transacto, o mesmo nível de produção já foi alcançado há três anos atrás.

Em termos de perspectivas para 2021, a Cornelder de Moçambique vai dar seguimento ao seu plano de investimentos centrado essencialmente na construção de novos acessos visando melhorar o fluxo de camiões dentro do porto, expandir os parques de armazenagem tanto do Terminal de Contentores como de Carga Geral, investir na aquisição de modernos equipamentos de manuseamento, introduzir novos sistemas operativos de gestão, entre outros.

Dada a crescente demanda de navios do tipo Panamax e Post-Panamax, o porto da Beira vai igualmente beneficiar-se da ampliação da bacia de manobras na secção E15A, cujo projecto é  financiado pela empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), na qualidade de representante da Autoridade Concedente, permitindo assim a navegação segura para os navios de grande dimensão com capacidade que pode chegar a 9.000 TEUs.

Estes investimentos conjugados com a retoma da economia mundial, servirão para incrementar o desempenho da infraestrutura portuária e, consequentemente aumentar as suas cotas de mercado, na sequência das agressivas campanhas de marketing que tem vindo  a ser realizadas visando a promoção do Corredor da Beira  nos mercados do hinterland, nomeadamente no Malawi, Zâmbia, República Democrática de Congo e Zimbabwe.

 

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