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O ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, reitera a necessidade de o desenvolvimento do ramo portuário estar alinhado com o transporte ferroviário como forma de assegurar a necessária competitividade e eficiência das infra-estruturas.


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O projecto Agro-Jovem, uma iniciativa da Gapi-Sociedade de Investimentos financiado pela Danida, acaba de conceder, na província de Sofala, financiamentos a dois projectos avícolas de jovens estudantes universitários, no valor total de um milhão e trezentos mil meticais.

 

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O ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, prevê para breve a introdução na cidade da Beira do sistema integrado de transportes de passageiros composto por automotoras e autocarros (Metrobus), através duma parceria entre o Governo e um operador [ ... ]

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A Associação Internacional de Estudantes de Ciências Económicas e Empresariais (AIESEC-Moçambique) realiza, entre os dias 27 e 30 de Abril, na cidade de Maputo, uma conferência internacional de liderança, denominada Mozambique Leadership Seminar (MozLDS 2018), [ ... ]

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O ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, reitera a necessidade de o desenvolvimento do ramo portuário estar alinhado com o transporte ferroviário como forma de assegurar a necessária competitividade e eficiência das infra-estruturas.


Para o alcance deste desiderato, uma das medidas apontadas por Carlos Mesquita é a migração da carga de natureza ferroviária (como ‎é o caso dos minérios a granel) para as ferrovias, maximizando, dessa forma, as vantagens naturais que esta modalidade de transporte oferece.

Por isso, “o Governo está empenhado na melhoria das nossas eficiências logísticas, particularmente na remoção de todos os obstáculos que influenciam negativamente na exploração, em pleno, da capacidade instalada nas nossas infra-estruturas de transporte”, disse o ministro, que falava na quarta-feira, 25 de Abril, na abertura da VI Conferência do Porto de Maputo, organizada pela Sociedade de Desenvolvimento do Porto de Maputo (MPDC), concessionária do Porto de Maputo.

 

Carlos Mesquita apontou como parte das medidas o facto de o Governo pretender alargar o horário de funcionamento da fronteira de Ressano Garcia para 24 horas, bem como a redução da burocracia e simplificação de procedimentos, cujos ganhos se resumem na “redução dos actuais congestionamentos na Estrada Nacional Número Quatro e na melhoria da competitividade e eficiência dos nossos corredores de transporte”.

“Como resultado do trabalho desenvolvido, os números demonstram uma melhoria na busca de equilíbrio entre a carga ferroviária e rodoviária. Em 2016, 82% da carga manuseada no Porto de Maputo era rodoviária, contra 18% de natureza ferroviária. Em 2017, este indicador melhorou significativamente para 74% e 26%, respectivamente, tendência que deverá ser consolidada nos próximos anos”, acrescentou.

 

Relativamente ao Porto de Maputo, gerido pela MPDC há 15 anos, que registou um incremento de 20% no volume de manuseamento de carga, mercê da dragagem do aprofundamento do canal de acesso e das obras de construção e reabilitação de infra-estruturas, o ministro dos Transportes e Comunicações considera que este tem contribuído para o desenvolvimento do sector dos Transportes e Comunicações.

Em 2017, o Porto de Maputo pagou ao País cerca de 19.7 milhões de dólares em rendas fixas e variáveis, para além de cerca de 11.6 mil milhões de meticais em impostos, sendo que a sua contribuição fiscal corresponde a cerca de 6% do total da receita tributária em Moçambique.

 

Na ocasião, Osório Lucas, director executivo da MPDC, referiu que o Porto de Maputo já atingiu 95% da sua capacidade física, “sendo necessário pensar-se na sua expansão”.

 

Entretanto, o director executivo da MPDC fez saber que, face aos enormes desafios que se impõem, o Porto de Maputo redefiniu o seu Plano Estratégico, tendo colocado a formação dos recursos humanos, a melhoria da produtividade e a introdução das tecnologias de informação e comunicação (como, por exemplo, a colocação de básculas para pesagem de camiões sem intervenção humana) como prioridades.

Sobre os benefícios da concessão do Porto de Maputo à MPDC, Osório Lucas é da opinião que as mesmas são visíveis. “A reabilitação das infra-estruturas, a dragagem, que permitiu a atracação de navios de grande porte, e a melhoria da taxa de ocupação são parte desses ganhos”.

 

Carlos Mesquita ministro dos Transportes e Comunicações 1

Carlos Mesquita ministro dos Transportes e Comunicações

 

Osório Lucas director executivo do MPDC

Osório Lucas director executivo do MPDC

 

Participantes 1

Participantes

 

Participantes 2

Participantes

 

 

O projecto Agro-Jovem, uma iniciativa da Gapi-Sociedade de Investimentos financiado pela Danida, acaba de conceder, na província de Sofala, financiamentos a dois projectos avícolas de jovens estudantes universitários, no valor total de um milhão e trezentos mil meticais.

 

Estes jovens fazem parte do primeiro grupo de estudantes universitários que estão a concluir os seus cursos de formação superior e que pretendem tornar-se empreendedores, naquele ponto do País.

 

Wilma Nhavoto, gerente da Gapi, em Sofala, referiu que o financiamento ora efectuado destina-se a dois empreendimentos sediados no distrito de Dondo, nomeadamente a “Ovo de Bosque” e “MP Empreendimentos”, vocacionados na criação de frangos e na produção de ovos, respectivamente.

 

“Gostaria de apelar aos jovens para que adiram a este projecto, de modo a se tornarem empresários. Temos que evitar que, após a conclusão do ensino superior ou técnico-profissional, tenham que andar dum lado para o outro para pedir emprego. Temos que criar as nossas próprias empresas, para poder empregar mais moçambicanos”, disse.

 

Por sua vez, Cláudia Vavá, da direcção provincial de Tecnologia de Sofala, considerou que o programa de apoio ao empreendedorismo foi desenhado pela Gapi, por forma a criar uma nova geração de empreendedores, sendo, neste caso, os beneficiários recém-graduados no Instituto Superior de Tecnologia Alberto Chipande.

 

“A estes beneficiários apelamos para que tenham muita responsabilidade e espírito de prestação de contas, pois, foram escolhidos entre muitos e o financiamento deve ser reembolsado em tempo útil”, indicou.

 

Importa realçar que as taxas de juro para esta operação foram fixadas em 12 por cento e o período máximo de pagamento do empréstimo é de três anos. Os empreendedores que cumprirem, cabalmente, com o calendário de amortizações receberão como investimento a fundo perdido um valor até 50 por cento do montante do empréstimo recebido e que tiver sido reembolsado.

 

gapi

A Associação Internacional de Estudantes de Ciências Económicas e Empresariais (AIESEC-Moçambique) realiza, entre os dias 27 e 30 de Abril, na cidade de Maputo, uma conferência internacional de liderança, denominada Mozambique Leadership Seminar (MozLDS 2018), que contará com a presença de mais de 80 delegados provenientes de Nampula, Tete, Sofala e Gaza, para além da África do Sul e Holanda.

 

A conferência tem como objectivo transmitir aos jovens conceitos sobre liderança pessoal e definir estratégias de envio e recepção de estagiários, que serão realizados entre os meses de Junho e Agosto.

 

A abertura da conferência será marcada pela gala de premiação, na qual serão distinguidas as direcções locais da AIESEC-Moçambique que mais se destacaram durante o ano de 2017.

 

Participarão na gala colaboradores da AIESEC-Moçambique de todas as províncias, membros da Comissão Honorária e parceiros da organização.

 

aiesec

O ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, prevê para breve a introdução na cidade da Beira do sistema integrado de transportes de passageiros composto por automotoras e autocarros (Metrobus), através duma parceria entre o Governo e um operador privado de transporte público.

 

Carlos Mesquita garantiu que o programa de implementação do Metrobus contempla a sua expansão para as cidades da Beira e Dondo, na província de Sofala, sendo que para Beira a sua operacionalização poderá ocorrer entre os meses de Julho e Agosto do corrente ano.

“É uma questão que ainda vai ser discutida do ponto de vista operacional e sob o ponto de vista estrutural entre a empresa CFM-Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique e o operador do projecto Metrobus”, referiu o governante.

 

Desde Dezembro do ano passado que a cidade da Matola e a vila municipal de Boane, ambas na província meridional de Maputo, estão ligadas à capital do País, através deste sistema integrado de transportes.

 

“Os resultados alcançados pelo Metrobus em Maputo são muito bons”, disse Carlos Mesquita.

 

A supervisora de assistência ao cliente do Metrobus, Dalila Ismael, manifestou, igualmente, estar satisfeita com o número de pessoas que estão a aderir aos serviços, pois está a superar as expectativas.

 

“Por viagem, temos registado uma média de 540 passageiros no comboio-metro, sendo 240 sentados e os restantes em pé. A média diária situa-se em 3.800 passageiros transportados”, indicou.

 

Dalila Ismael revelou que o plano de expansão do projecto em Maputo contempla, para breve, a cobertura dos distritos da Manhiça, Marracuene e Namaacha: “Já temos plataformas em Moamba, Pessene e Tenga”, frisou.

 

Segundo consta, as vantagens comparativas deste tipo de transporte residem na célere emissão do passe mensal, que leva apenas dois minutos, bastando para tal a apresentação do bilhete de identidade e 145 meticais, dos quais 45 meticais são referentes ao cartão e 100 meticais ao valor mínimo da recarga.

 

Outro atractivo é que o serviço reserva espaço para pessoas portadoras de deficiência física, mulheres grávidas e idosos, para além da disponibilização de uma ambulância para atender às situações de emergência, garantindo primeiros socorros em casos de acidentes.

 

Autocarros

Autocarros

 

Automotoras

Automotoras

 

 

No âmbito da concepção e desenvolvimento da plataforma de gestão do Sistema de Informação do Mercado do Trabalho (SIMT), o Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social (MITESS) reuniu-se na quinta-feira, 26 de Abril, com diversas fontes relevantes para o mercado de trabalho com vista à padronização dos mecanismos que garantem a sustentabilidade da disponibilidade de dados.

 

A reunião faz parte de um conjunto de acções que têm sido levadas a cabo pelo MITESS, através da Direcção Nacional de Observação do Mercado de Trabalho (DNOMT), visando a melhoria do SIMT, que passam pela definição e desenvolvimento de indicadores que permitam acompanhar as tendências do mercado de trabalho.

 

De acordo com a directora nacional de Observação do Mercado de Trabalho, Assa Guambe, o encontro visava sensibilizar os intervenientes na produção de estatísticas de trabalho no sentido de fornecerem dados importantes para o cálculo de indicadores que permitam a avaliação do mercado do trabalho.

 

“Os dados são do interesse de todos os intervenientes pois permitem acompanhar o comportamento do mercado do trabalho”, disse Assa Guambe, que também se referiu aos objectivos que se pretende alcançar depois do encontro com as fontes-chave de dados do mercado de trabalho.

 

“No fim, esperamos melhorar a nossa articulação e garantir maior fluidez de informação, quantitativa e qualitativa, que permita conhecer o comportamento do mercado de trabalho, e, por via disso, tomar decisões relativas ao sector”, explicou a directora nacional de Observação do Mercado de Trabalho.

 

Por seu turno, o representante da Organização Internacional do Trabalho (OIT) em Moçambique, Coffi Agossou, afirmou que a recolha deste tipo de informação permite aferir o grau de implementação das políticas ligadas ao emprego no País.

 

Igualmente, “tendo informação relevante, é possível influenciar outras políticas ligadas ao emprego. Por isso, é importante que seja disponibilizada e analisada por todos os intervenientes”, considerou Coffi Agossou, referindo-se à relevância do SIMT.

 

Entretanto, segundo o representante da OIT em Moçambique, a informação sobre o mercado de trabalho não é só importante para o País, mas também para as organizações de que é membro.

 

“Por exemplo, Moçambique é membro da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), da União Africana (UA) e de outras organizações, e como tal, tem a obrigação de disponibilizar informação sobre o mercado de trabalho a estes organismos”, concluiu.

 

Assa Guambe Directora Nacional de Observação do Mercado do Trabalho

Assa Guambe Directora Nacional de Observação do Mercado do Trabalho

 

Coffi Agossou Representante da Organização Internacional de Trabalho em Moçambique

Coffi Agossou Representante da Organização Internacional de Trabalho em Moçambique

 

Participantes

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+258 823007740
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