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O ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, reitera a necessidade de o desenvolvimento do ramo portuário estar alinhado com o transporte ferroviário como forma de assegurar a necessária competitividade e eficiência das infra-estruturas.


Para o [ ... ]

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O projecto Agro-Jovem, uma iniciativa da Gapi-Sociedade de Investimentos financiado pela Danida, acaba de conceder, na província de Sofala, financiamentos a dois projectos avícolas de jovens estudantes universitários, no valor total de um milhão e trezentos mil meticais.

 

Estes [ ... ]

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O ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, prevê para breve a introdução na cidade da Beira do sistema integrado de transportes de passageiros composto por automotoras e autocarros (Metrobus), através duma parceria entre o Governo e um operador [ ... ]

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A Associação Internacional de Estudantes de Ciências Económicas e Empresariais (AIESEC-Moçambique) realiza, entre os dias 27 e 30 de Abril, na cidade de Maputo, uma conferência internacional de liderança, denominada Mozambique Leadership Seminar (MozLDS 2018), [ ... ]

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A abundância de recursos energéticos, em Moçambique, sugere a existência de um potencial de produção de energia eléctrica de aproximadamente 14 GigaWatt (GW), dos quais 5.7GW poderão ser desenvolvidos, num futuro breve, a partir de recursos hídricos, gás natural, carvão mineral e energia solar.


Esta projecção foi feita, na quarta-feira, 25 de Abril, em Maputo, pelo director da Banca de Investimentos do Standard Bank, João Guirengane, na sua apresentação sobre a “Visão Geral do Potencial Energético e Projectos Estratégicos em Moçambique”, efectuada na 6ª edição da MMEC-Conferência e Exposição de Minas, Energia, Petróleo e Gás de Moçambique.

 

Com uma capacidade actualmente instalada de cerca de 3.9GW, conforme destacou João Guirengane, o País tem a possibilidade de alavancar a vantagem geográfica para a instalação de centrais de geração de energia ao longo do Rio Zambeze, incluindo a barragem hidroeléctrica de Mphanda Nkuwa, a Central Norte de Cahora Bassa e as barragens de Boroma e Lupata.

 

“A existência de 23 biliões de toneladas de carvão mineral na província de Tete favorece aos projectos de geração de energia, bem como a descoberta recente de 187 triliões de metros cúbicos (tcf) de gás natural na bacia do Rovuma, em Cabo Delgado, irá permitir o desenvolvimento de projectos energéticos à base deste recurso”, enfatizou.

 

Num outro desenvolvimento, o orador indicou que o Standard Bank considera o sector energético crucial para o desenvolvimento e industrialização de Moçambique, sendo que o banco foi responsável pela estruturação e financiamento do primeiro projecto de geração de energia em modelo de IPP (Independent Power Producer), facilitando a construção da Central Gigawatt.

 

“O Standard Bank acredita que a nova fase de expansão do sector requer a reabilitação e expansão da rede de transmissão de energia e da espinha dorsal do País, esta última prevista no projecto CESUL, cuja linha de transmissão de energia eléctrica vai ligar as regiões Centro e Sul de Moçambique”, disse.

 

“A experiência que nós temos neste mercado é que é possível desenvolver estes projectos energéticos com recursos a empréstimos comerciais, mas torna-se necessário ter em conta certos riscos assentes na tarifa praticada no mercado, que tem que reflectir o custo de produção”, sublinhou João Guirengane.

 

O orador chamou à atenção para a necessidade de se mitigar determinados riscos, nomeadamente a diferença cambial e o custo de financiamento que tende a ser angariado em moeda estrangeira, enquanto a tarifa da venda da energia é fixada em meticais, o que acaba criando um risco sempre que a moeda nacional deprecia.

 

“Recomendamos que nos projectos futuros sejam inclusos parceiros comerciais e bancários, para que estes possam dar sugestões relativas à estrutura financeira, bem como a inclusão de companhias de seguro, para mitigarem o risco comercial nos projectos”, referiu, destacando a necessidade da observância de uma comunicação regular entre todos os intervenientes no processo, incluindo reguladores e o Governo.

Realizada com o apoio do Standard Bank, entre os dias 24 a 26 de Abril, a sexta edição da MMEC teve por objectivo debater sobre as diversas oportunidades de investimento que o País oferece nos sectores de mineração, energia, petróleo e gás.

 

Para além de co-patrocinador do evento, o Standard Bank integrou os painéis que debateram a “Visão Geral do Potencial Energético e Projectos Estratégicos em Moçambique” e o “Mercado de GNL: Impacto dos projectos em curso e estratégia de monetização”.

 

Painel principal

Painel principal

 

João Guirengane Director da Banca de Investimentos do Standard Bank

João Guirengane Director da Banca de Investimentos do Standard Bank

 

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