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O ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, reitera a necessidade de o desenvolvimento do ramo portuário estar alinhado com o transporte ferroviário como forma de assegurar a necessária competitividade e eficiência das infra-estruturas.


Para o [ ... ]

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O projecto Agro-Jovem, uma iniciativa da Gapi-Sociedade de Investimentos financiado pela Danida, acaba de conceder, na província de Sofala, financiamentos a dois projectos avícolas de jovens estudantes universitários, no valor total de um milhão e trezentos mil meticais.

 

Estes [ ... ]

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O ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, prevê para breve a introdução na cidade da Beira do sistema integrado de transportes de passageiros composto por automotoras e autocarros (Metrobus), através duma parceria entre o Governo e um operador [ ... ]

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A Associação Internacional de Estudantes de Ciências Económicas e Empresariais (AIESEC-Moçambique) realiza, entre os dias 27 e 30 de Abril, na cidade de Maputo, uma conferência internacional de liderança, denominada Mozambique Leadership Seminar (MozLDS 2018), [ ... ]

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Três certidões de quitação falsas foram detectadas pela Delegação Provincial do INSS de Gaza, durante o primeiro trimestre do ano em curso.

 

A descoberta resulta da interacção que o Instituto Nacional de Segurança Social têm vindo a efectuar com as Instituições do Estado que celebram contratos de empreitada de obras públicas, fornecimento de bens e prestação de serviços com os agentes económicos desta província, para a verificação da autenticidade daquele tipo de documento.

 

Na sequência foi constatado que, de um total de 55 certidões de quitação apresentadas pelos agentes económicos, três eram falsas.

Numa certidão falsa consta um número de identificação de outro contribuinte e a rubrica do delegado provincial do INSS cessante. Noutras duas, constatou-se a clonagem de certidões emitidas no período em que as empresas infractoras estavam em situação quite para com a Segurança Social, enquanto na data da emissão dos documentos falsos eram devedoras de contribuições.

 

Como forma de disciplinar os agentes económicos envolvidos nesta situação foi feita uma participação crime junto da Procuradoria Provincial de Gaza, onde os processos seguem os trâmites legais.

 

Para reforçar o controlo às falsificações, a delegação provincial do INSS vai celebrar um memorando de entendimento com o Tribunal Administrativo de Gaza, que, dentre outros objectos, caberá a este organismo solicitar informação sobre autenticidade das certidões de quitação da Segurança Social em todos os processos de contratos celebrados com instituições do Estado no quadro do Decreto n° 5/2016, de 8 de Março e submetidos nesta instância, para efeitos de fiscalização.

 

No âmbito do memorando, caberá a delegação provincial do INSS enviar, no período a ser acordado entre as partes, a relação de empresas que beneficiaram da concessão da certidão de quitação para efeitos de controlo.

 

Esta medida vai permitir que os vistos e anotações emitidos pelo Tribunal Administrativo nesta parcela do País sejam, efectivamente, conferidos a concorrentes que tenham situação contributiva regularizada.

 

De referir que, visando manter o controlo de falsificação deste tipo de documento, o INSS em Gaza têm vindo a apelar às instituições do Estado para que, ao promoverem concursos públicos solicitem a autenticidade das certidões de quitação que são apresentadas pelos concorrentes, para que de forma conjunta participem no combate a este mal que assola a Província.

 

inss

Um total de 957.000 empregos foi criado, no País, ao longo dos últimos três anos, de uma meta de 1.483.000 novos postos de trabalho previstos para o quinquénio 2015-2019.

 

Durante este mesmo período, foram ainda alocados 3.200 kits de auto-emprego, que resultaram em 9.000 postos de trabalho.

Estes dados foram tornados públicos na segunda-feira, 9 de Abril, em Maputo, durante a realização da primeira reunião entre o Instituto Nacional de Emprego (INEP) e os seus parceiros, um evento que decorreu sob o lema “Criando Sinergias para a Promoção do Emprego em Moçambique”.

 

A reunião foi dirigida pelo vice-ministro do Trabalho, Emprego e Segurança Social (MITESS), Oswaldo Petersburgo, que durante a sua intervenção contextualizou o evento, referindo que o mesmo tem por objectivo desenvolver sinergias, com vista à promoção do emprego para os moçambicanos, particularmente para os jovens.

 

“Este encontro foi agendado como um mecanismo de busca de sinergias e parcerias, no quadro da implementação do Programa Quinquenal do Governo, com particular incidência na Política do Emprego e no seu Plano de Implementação”, explicou.

 

Ainda no seu pronunciamento, o vice-ministro garantiu que o reforço da cooperação nacional e internacional é um dos suportes que contribui para a materialização da acção governativa nacional, “sendo que o MITESS considera vital a intervenção dos parceiros internacionais e nacionais na concretização da agenda do trabalho digno”.

 

“Esta relevância é ainda maior para o INEP, tendo em conta que é uma instituição nova, em actividade desde o ano 2017. Para a implementação das actividades que a sua missão impõe, o INEP necessita de parcerias com diferentes entidades pois, as questões de emprego, pela sua natureza, são sensíveis para além de transversais”, assegurou Oswaldo Petersburgo.

Por fim, o vice-ministro defendeu a necessidade de todos os parceiros se unirem em prol da promoção do emprego no País, por tratar-se de “uma valência social extremamente importante e também delicada para qualquer sociedade por ser, em primeira instância, o factor de geração de renda, da riqueza e do bem-estar social das famílias”.

 

Por essa razão, Petersburgo felicita aos jovens que não poupam esforços na busca de oportunidades de trabalho e emprego, por mérito próprio, lutam, conquistam o emprego e criam o seu trabalho, cultivando deste modo as qualidades individuais, aumentando a competência profissional e mantendo o emprego e trabalho.

 

“Como Governo, continuaremos com a campanha, VAGA NÃO SE PAGA” e encorajamos a todos a combater os males da corrupção, nepotismo, entre outros que prejudicam o acesso ao mercado de trabalho”, vincou o Vice-ministro.

 

Intervindo, por sua vez, neste evento, o director-geral do INEP, Juvenal Arcanjo Dengo, falou dos desafios que a sua instituição tem pela frente, nomeadamente na geração de novos postos de trabalho, bem como na promoção dos estágios profissionais.

 

“Para o presente ano, temos o desafio, como Governo, sendo que o INEP lidera a recolha destes dados, de gerar cerca de 360.000 empregos, promover 4.305 estágios pré-profissionais, bem como de alocar cerca de 300 kits para o auto-emprego”, adiantou, revelando, adiante, que é ainda missão deste instituto incentivar a criação de incubadoras para as empresas.

 

“Mas para alcançar estas metas, pensamos que as empresas e os nossos parceiros, presentes nesta reunião, podem dar um enorme contributo”, concluiu Juvenal Arcanjo Dengo.

 

Importa referir que o INEP é uma entidade pública, tutelada pelo MITESS, que presta serviços gratuitos de intermediação entre a oferta e a procura, de informação e orientação profissional. Promove a implementação da Política do Emprego, nos segmentos do auto-emprego, dos estágios profissionais e de informações sobre o mercado do trabalho.

 

Oswaldo Petersburgo Vice Ministro do Trabalho Emprego e Segurança Social

Oswaldo Petersburgo Vice Ministro do Trabalho Emprego e Segurança Social

 

Juvenal Arcanjo Dengo Director Geral do INEP

Juvenal Arcanjo Dengo Director Geral do INEP

 

Participantes

Participantes

A Pró-Reitora para Pós-Graduação, Investigação Científica, Extensão Universitária e Cooperação da Universidade Politécnica, Rosânia da Silva, considera que o senso-comum tem dominado as discussões sobre a qualidade do ensino superior moçambicano, razão pela qual têm sido apontados mais falhas ou deficiências do sistema do que os sucessos alcançados.

 

Para Rosânia da Silva, os defensores desta corrente ignoram o facto de grande parte dos académicos e quadros que hoje estão a gerir, de forma competente, as instituições públicas e privadas no País terem sido formados em universidades nacionais.

 

Entretanto, a Pró-Reitora para Pós-Graduação, Investigação Científica, Extensão Universitária e Cooperação da Universidade Politécnica admite a possibilidade de as falhas e deficiências apontadas ao ensino superior moçambicano se deverem ao desequilíbrio e ao desnível existente entre as instituições.

 

“O desequilíbrio e o desnível entre as instituições que actuam no País têm feito com que a balança penda sempre para as falhas e não para os sucessos do sistema”, explicou Rosânia da Silva durante a oração de sapiência por si proferida, recentemente, na cidade de Tete, por ocasião da abertura do ano lectivo do Instituto Superior Universitário de Tete (ISUTE), uma unidade orgânica da Universidade Politécnica.

 

Por isso, “ainda se dá mais valor a um diploma estrangeiro, ainda que emitido por uma universidade desconhecida e sem nenhum prestígio até dentro do próprio País, do que um emitido por uma instituição moçambicana”, acrescentou.

 

De acordo com Rosânia da Silva, algumas das falhas e deficiências apontadas têm que ver com os altos índices de aprovações ou reprovações, os atrasos ou as abstenções dos docentes, o fraco desempenho dos docentes na transmissão dos conteúdos, entre outros factores.

 

Neste sentido, Rosânia da Silva defende a necessidade da definição de modelos e parâmetros de qualidade consentâneos à realidade do País.

“Ao analisar uma universidade de um país em desenvolvimento, como é o caso de Moçambique, buscando modelos e parâmetros das universidades europeias ou de grandes e tradicionais centros de conhecimento, estamos a buscar modelos externos nos quais procuramos encaixar-nos. A definição dos indicadores de qualidade no ensino superior deve estar relacionada com os diversos intervenientes do processo, nomeadamente estudantes, professores, gestores, mercado de trabalho/empregadores”.

 

“Moçambique já trilhou um longo percurso desde a independência nacional, em que havia uma única universidade pública com um número reduzido de estudantes, até o momento actual, em que temos 52 instituições de ensino superior e cerca de 175.000 estudantes. Este é um indicador quantitativo, mas não podemos sequer pensar nos indicadores qualitativos se não tivermos um número cada vez maior de estudantes com acesso ao ensino”, concluiu.

 

Rosânia da Silva Pró Reitora para Pós Graduação Investigação Científica Extensão Universitária e Cooperação

Rosânia da Silva Pró Reitora para Pós Graduação Investigação Científica Extensão Universitária e Cooperação

 

 

O ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, manifestou, na segunda-feira, 9 de Abril, em Maputo, o desejo de ver o sistema integrado de transporte, denominado Metrobus, a aumentar a frequência dos comboios, funcionando todo o dia, em regime pendular, e não apenas nas horas de ponta como tem acontecido até agora.

 

O governante fez este pronunciamento, momentos após ter efectuado, nas primeiras horas da manhã, uma viagem no Metrobus, a partir da Estação da Machava, numa automotora, até à Estação Central, e daqui, num autocarro do projecto, para o bairro da Sommerschield.

Fazendo uma breve avaliação do projecto, Carlos Mesquita considerou tratar-se de bom serviço: “Interagi com vários passageiros de todas as classes e disseram-me que é um serviço que era já esperado no País e que tem que continuar”, disse.

 

A visita do governante ao Metrobus tinha por objectivo aferir a fiabilidade e o funcionamento deste subsistema de transporte, numa altura em que o Governo tem estado a desenvolver uma série de iniciativas para a melhoria do sistema de mobilidade urbana ao nível nacional e particularmente na área metropolitana de Maputo.

 

“O Metrobus é um dos sistemas que achamos que tem muita utilidade e serventia para o registo mais adequado dos horários de circulação de vários passageiros quer sejam trabalhadores, estudantes, comerciantes, entre outros”, indicou Carlos Mesquita.

 

Por outro lado, o titular do pelouro dos Transportes e Comunicações apontou que a fiabilidade e cumprimento de horários é fundamental neste projecto, assim como o nível de satisfação dos utilizadores.

 

“Constatámos que ainda existe algum trabalho por realizar, pois continua a preocupar-me a existência de parques de estacionamento nas estações, por onde inicia e termina o serviço do Metrobus, o que acontece também com o transporte ferroviário de passageiros da empresa CFM-Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique”, afirmou, acrescentando estar em curso a criação de condições mais adequadas de parqueamento de viaturas dos utentes.

 

Por sua vez, Amade Camal, presidente do Conselho de Administração da Sir Motors, referiu que a implementação do Metrobus tem contado com a colaboração da CFM, o que vai permitir o aumento de canais, abertura de mais seccões, de forma a que se possa realizar mais comboios em vários horários, pois o Metrobus deve ser caracterizado pela rapidez e maior frequência.

 

“Estamos a transportar os passageiros normalmente. A bilhética tem sido um sucesso quer nos autocarros, quer no comboio. Tivemos desafios importantes em que as pessoas duvidavam da bilhética, o que já foi ultrapassado”, sustentou Amade camal, manifestando, igualmente, a sua satisfação com o desempenho dos operadores do sistema.

 

Luísa Zandamela é uma utente do Metrobus há sensivelmente um mês. Abordada na Estação da Machava disse que o sistema trouxe alívio para os trabalhadores residentes na Machava, que ficavam horas a fio nos engarramentos.

 

“Eu já vivi na Europa, é assim mesmo. Eles usam bastante o metro e evita o stress”, concluiu Luísa Zandamela.

 

Carlos Mesquita ministro dos Transportes e Comunicações recebendo o seu passe do Metrobus

Carlos Mesquita ministro dos Transportes e Comunicações recebendo o seu passe do Metrobus

 

Carlos Mesquita ministro dos Transportes e Comunicações interagindo com os utentes do Metrobus

Carlos Mesquita ministro dos Transportes e Comunicações interagindo com os utentes do Metrobus

 

Amade Camal PCA da Sir Motors

Amade Camal PCA da Sir Motors

 

Carlos Mesquita ministro dos Transportes e Comunicações

Carlos Mesquita ministro dos Transportes e Comunicações

 

Utentes do Metrobus 2

Utentes do Metrobus

 

Utentes do Metrobus 3

Utentes do Metrobus

 

Utentes do Metrobus 4

Utentes do Metrobus

 

 

O bastonário da OCAM-Ordem dos Contabilistas e Auditores de Moçambique, Mário Sitoe, manifestou o seu apoio, em tudo quanto for necessário, para fazer crescer a AMECON-Associação dos Economistas de Moçambique, através da criação da sua Ordem, um dos maiores projectos da lista B, nas eleições que vão decorrer nesta agremiação, no próximo dia 10 de Abril.


Este posicionamento foi feito, na última quarta-feira, em Maputo, no encontro que o bastonário da OCAM manteve com o candidato a presidente da direcção da lista B da AMECON, o economista Rodolfo Nogueira Dias, no prosseguimento das acções de auscultação de contribuições e experiências, com vista à criação da Ordem dos Economistas de Moçambique.


Na ocasião, Mário Sitoe considerou que tudo o que for necessário para reeerguer a AMECON, a lista B poderá contar com o seu suporte, acrescentando acreditar que os jovens são as "pessoas apropriadas para fazer a reviravolta da situação actual em que se encontra a Associação dos Economistas".


“Do ponto de vista de experiência técnica e aproximação aos políticos no sentido de convencê-los sobre a importância de uma Ordem desta natureza, nós também estaremos disponíveis para ajudar sem, obviamente, deixar de olhar para o ambiente nacional e internacional, sobre como é que este processo se realiza”, frisou.


Ainda na senda da colheita de ensinamentos que ajudem na constituição, pela primeira vez no nosso País, de um mecanismo regulador da actividade dos economistas e gestores, através do registo e certificação profissional, o também economista e candidato a presidente do Conselho Fiscal da lista B, Cláudio Borges, manteve, igualmente, um outro encontro com o bastonário da Ordem dos Médicos de Moçambique (OrMM), Eugénio Zacarias.


No encontro, o bastonário da OrMM garantiu o apoio institucional à lista B – Nova AMECON, tendo destacado, no entanto, que acima de tudo é necessário unir os economistas, independentemente das listas, na promoção da criação da Ordem.


“É fundamental que exista o controlo do exercício desta profissão, para que os economistas possam, no futuro, aconselhar as faculdades moçambicanas em relação aos critérios de certificação ou acreditação dos cursos de economia”, defendeu Eugénio Zacarias.


Importa salientar que a mesma lista B manteve também, com o mesmo objectivo, um anterior encontro com a Ordem dos Advogados de Moçambique, cujo bastonário, Flávio Menete manifestou, igualmente, o seu apoio com vista à criação da Ordem dos Economistas.


Entretanto, são várias as manifestações de apoio, vindas por parte de economistas de renome, no sentido de votar na lista B nas eleições da próxima semana, por acreditarem "ser a nova geração capaz de colocar ordem na AMECON".

 

Nova AMECON Lista B

Leandro Paul

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