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O ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, reitera a necessidade de o desenvolvimento do ramo portuário estar alinhado com o transporte ferroviário como forma de assegurar a necessária competitividade e eficiência das infra-estruturas.


Para o [ ... ]

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O projecto Agro-Jovem, uma iniciativa da Gapi-Sociedade de Investimentos financiado pela Danida, acaba de conceder, na província de Sofala, financiamentos a dois projectos avícolas de jovens estudantes universitários, no valor total de um milhão e trezentos mil meticais.

 

Estes [ ... ]

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O ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, prevê para breve a introdução na cidade da Beira do sistema integrado de transportes de passageiros composto por automotoras e autocarros (Metrobus), através duma parceria entre o Governo e um operador [ ... ]

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A Associação Internacional de Estudantes de Ciências Económicas e Empresariais (AIESEC-Moçambique) realiza, entre os dias 27 e 30 de Abril, na cidade de Maputo, uma conferência internacional de liderança, denominada Mozambique Leadership Seminar (MozLDS 2018), [ ... ]

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No quarto trimestre do ano de 2017, foram criados, no nosso País, 81.445 postos de emprego, dos quais 57.128 ocupados por homens e 24.317 por mulheres. Estes números representam um aumento de 15.7% em relação aos registos referentes ao período homólogo de 2016.

 

Estes dados constam do Boletim Informativo do Mercado do Trabalho, referente ao quarto e último trimestre de 2017, lançado na quinta-feira, 5 de Abril, na Matola, pelo Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social-MITESS.

 

Trata-se de um documento que aborda, entre outras, matérias relacionadas com o emprego, segurança social, projectos de investimento com previsão de emprego, formação profissional, higiene, segurança e saúde ocupacional.

 

São ainda abordadas, nesta publicação, questões relacionadas com a resolução extrajudicial de conflitos laborais, bem como com a promoção da legalidade laboral.

 

Intervindo à margem do lançamento do boletim, evento que decorreu no Instituto Industrial e Comercial da Matola, a secretária-permanente do MITESS, Graça Mula, destacou a importância desta publicação para os estudantes e não só.

 

“Através deste boletim, os nossos estudantes podem obter informações sobre o mercado do trabalho, como também sobre as diversas formações organizadas tanto no sector privado como no sector público”, disse, reiterando que a publicação aborda informações precisas sobre a situação do mercado do trabalho.

 

Adiante, defendeu que, estando os estudantes a formar-se, “precisam deste tipo de informação trazida pelo Boletim Informativo do Mercado do Trabalho, até porque a expectativa de qualquer formando, ao terminar o seu curso, é de trabalhar ou promover o seu próprio negócio”.

Aliás, Graça Mula revelou que, neste domínio da formação profissional, o boletim revela que 42.804 cidadãos, com destaque para os jovens, “beneficiaram de acções de formação nos centros públicos e privados, em diversos campos do saber fazer”.

 

“Ainda no quadro da formação profissional, importa destacar que, durante o quarto trimestre do ano passado, registamos 2.679 estudantes finalistas, de diferentes subsistemas de ensino, que beneficiaram de estágios pré-profissionais”, concluiu.

 

Comentando, por sua vez, a respeito deste evento, o director do Instituto Industrial e Comercial da Matola, Abel do Rosário, não escondeu a satisfação pelo facto da sua instituição de ensino ter sido escolhida para acolher o lançamento oficial desta publicação do MITESS.

 

“Sentimo-nos bastante honrados pelo facto de termos sido escolhidos para acolher o lançamento do boletim, facto que acontece exactamente no dia em que, o nosso instituto, celebra os 39 anos de existência”, manifestou.

 

Por outro lado, assegurou que, sendo uma instituição que forma técnicos de várias áreas que serão entregues ao mercado do trabalho, o Boletim Informativo do Mercado do Trabalho será fundamental para os estudantes.

 

“Este importante documento será partilhado com todos os estudantes, seja através dos chefes de turma, seja dos docentes. Vamos, ainda, disponibilizar na nossa biblioteca para efeitos de consulta pública”, concluiu.

 

Amostra do Boletim Informativo do Mercado de Trabalho

Amostra do Boletim Informativo do Mercado de Trabalho

 

Vista frontal do Instituto

Vista frontal do Instituto

 

Abel do Rosário director do Instituto Industrial e Comercial da Matola 2

Abel do Rosário director do Instituto Industrial e Comercial da Matola 

 

Graça Mula secretária permanente

Graça Mula secretária permanente

 

Parte dos estudantes

Parte dos estudantes

 

 

 

 

No âmbito da celebração do Dia da Mulher Moçambicana, a Incubadora de Negócios do Standard Bank acolheu um seminário de motivação, destinado a mulheres estabelecidas no ramo dos negócios ou aspirantes a empreendedoras.

 

Denominado “Liderança no Feminino”, para além de motivar as mulheres a apostar no empreendedorismo, o seminário teve como objectivo dar visibilidade aos seus negócios e, por via disso, alargar o seu acesso ao mercado às redes de negócios.

 

O seminário foi promovido pela ATITTUDE, uma empresa que oferece soluções de recrutamento de jovens para programas de estágio, trabalho permanente e temporário, em parceria com o Standard Bank, através da Incubadora de Negócios.

 

Conforme explicou Sasha Vieira, responsável pela Incubadora de Negócios do Standard Bank, este evento enquadra-se nas iniciativas concebidas pelo banco, com vista ao empoderamento e à inclusão da mulher na economia.

 

“O Standard Bank aposta no empoderamento das mulheres, que é um passo importante para o alcance do tão almejado crescimento inclusivo. A inclusão das mulheres na economia vai permitir que elas tirem proveito das oportunidades que o País oferece em diversas áreas, mas para que tal aconteça é importante que adquiram a capacidade de liderar”, disse a responsável pela Incubadora de Negócios.

 

“A importância deste seminário reside no facto de ter trazido três mulheres empreendedoras, que partilharam as suas histórias, o seu percurso no mundo dos negócios, os obstáculos e os desafios que enfrentaram, e isso ajuda a inspirar as outras a transformar as suas ideias em negócios”, acrescentou Sasha Vieira.

Por seu turno, Marlene de Sousa, directora executiva da ATITTUDE, considerou que, através da partilha de experiências nos negócios por parte das oradoras, o seminário “Liderança no Feminino” vai ajudar as mulheres a ganharem coragem para materializar as suas ideias.

 

“As oradoras falaram dos obstáculos e das oportunidades que existem no País e isso fez perceber às participantes que têm de ser persistentes e determinadas para singrar no mercado”, referiu Marlene de Sousa.

 

O seminário teve como oradoras Gérsia Sequeira, da ITIS (tecnologias de informação e comunicação), Márcia Maposse, da BINDZU (agronegócio) e Tânia Americano, da R&Y (consultoria em recursos humanos).

 

O empreendedorismo feminino enquadra-se no crescimento inclusivo, um pilar transversal a todas as actividades da Incubadora de Negócios do Standard Bank, que tem como foco a inclusão do género, juventude e do sector informal.

 

Painel

Painel

 

Marlene de Sousa directora executiva da ATITTUDE

Marlene de Sousa directora executiva da ATITTUDE

 

Sasha Vieira responsável pela Incubadora de Negócios do Standard Bank

Sasha Vieira responsável pela Incubadora de Negócios do Standard Bank

 

Participantes do evento

Participantes do evento

 

 

O bastonário Flávio Menete garantiu apoio institucional da Ordem dos Advogados de Moçambique (OAM), na criação de uma Ordem dos Economistas de Moçambique, um dos mais ambiciosos projectos da lista B, nas eleições que vão decorrer na AMECON, no próximo dia 10 de Abril.


Tal garantia foi dada no encontro que o bastonário da OAM manteve, na última quinta-feira, com o candidato a presidente da direcção da lista B da AMECON-Associação Moçambicana dos Economistas.


Rodolfo Nogueira Dias disse ter solicitado tal encontro, para junto dos "mais experientes, como os da Ordem dos Advogados, colher ensinamentos que ajudem a associação que pretendo liderar, nos próximos anos, a constituir, pela primeira vez no nosso País um mecanismo regulador da actividade de economistas e gestores, através do registo e certificação profissional, como também do exercício da acção disciplinar e de controlo sobre os profissionais do nosso ramo".
Flávio Menete mostrou-se satisfeito, por poder partilhar a experiência dos advogados junto da classe profissional dos economistas e gestores, a quem transmitiu um conjunto de conhecimentos sócio-profissionais que ajudarão a lista B a alcançar o seu desiderato.


"Sentimos o entusiasmo desta lista B, a da Nova AMECON, e achamos que é nosso dever apoiar uma organização sócio-profissional, tão importante como a dos economistas e gestores. Disse ao candidato Rodolfo Nogueira Dias que este projecto irá implicar um grande trabalho, mas que poderá contar com o nosso apoio".


De igual modo, a lista B manteve já, com o mesmo objectivo, contactos com a Ordem dos Contabilistas, bem como a dos Médicos.
Refira-se que a lista B é a única concorrente que, na sua composição de órgãos sociais, inclui membros das províncias e também a única com representatividade do género, pois tem 45% de mulheres na equipa de gestão.


O cabeça-de-lista, Rodolfo Nogueira Dias, formado no Brasil e na Inglaterra, é um profissional bancário afecto à banca de investimentos, tendo igualmente experiência em docência, nomeadamente sobre Mercado de Capitais, matéria que ensinou na Universidade Politécnica, na cidade de Maputo.

 

Na sua carreira profissional, já trabalhou para instituições como o Banco Santander, Prosper – Correctora de Valores Mobiliários e Câmbio, no Brasil e na Bloomberg L.P., em Londres. Foi finalista das Jornadas Científicas Bancárias, organizadas pelo Banco de Moçambique, iniciativa que promove a pesquisa económica sobre a economia moçambicana.

 

Encontro

Encontro

 

Aperto de mão

Aperto de mão

 

 

 

O Grupo Odebrecht S.A. continua em processo de revisão da sua estrutura organizacional, bem como dos seus sistemas de conformidade. Com efeito, acaba de anunciar novas políticas e novos nomes para as suas empresas.

 

Uma das mudanças avançadas por este grupo, também presente em Moçambique, materializou-se ao nível do Conselho de Administração da companhia, no qual a holding Odebrecht S.A. deixou de desempenhar um papel mais activo na operação diária das subsidiárias.

 

Conforme explicou Marcos Lessa, director de marketing da Holding Odebrecht S.A., com esta mudança, “a actuação da holding passou a ser restrita ao Conselho, numa postura de arquitectura estratégica e sem intervenção directa nas empresas subsidiárias”.

 

Mais adiante, acrescentou sobre a adopção da obrigatoriedade de pelos 20% dos membros do Conselho de Administração serem independentes, ou seja, sem qualquer ligação com a companhia.

 

No tocante à Conformidade, a fonte referiu que a Odebrecht aumentou a sua equipa dedicada a esta área, que desde Julho de 2017 passou a dispor de 63 funcionários, contra 30 em 2015.

 

Outro dado avançado por Marcos Lessa indica que esta companhia decidiu avançar com a mudança de nomes de quatro subsidiárias, das sete que detém actualmente.

 

A Odebrecht Realizações Imobiliárias passou a designar-se OR, tendo igualmente alterado o seu logo; a Braskem retirou o vermelho do seu logo, passando a ser azul e amarelo; a Odebrecht Agroindustrial passou a designar-se Atvos, enquanto a Odebrecht Óleo e Gás agora chama-se Ocyan.

Sobre estas alterações, o director de marketing deste grupo assegurou que “cada empresa teve autonomia para fazer, ou não, a própria mudança, não havendo, para este efeito, discussões para mudar o nome da holding”.

 

Outra alteração implementada pela Odebrecht está relacionada com a política de pessoas, sendo que a grande diferença entre a antiga e a nova, reside no tamanho dos documentos.

 

Conforme avançou o vice-presidente de Pessoas e Organização da Odebrecht, “a política anterior era muito longa, com um nível de detalhe que não era convidativo à leitura”.

 

“Para garantir que as pessoas leiam os documentos com mais frequência, a nova versão é bem mais resumida, levando, em vez de 23 pontos, apenas 8 escritos em 19 páginas”, concluiu.

 

Odebrecht

Para o economista e investigador João Mosca, os empresários moçambicanos devem, no contexto da crise financeira, ajustar a forma de funcionamento dos seus empreendimentos, buscando novos mercados e formas criativas de oferecer produtos acessíveis para as pessoas.

 

O académico falava na quinta-feira, 29 de Março, em Maputo, durante o colóquio subordinado ao tema “A Crise económica e financeira em Moçambique, trocada em quinhentas”, da iniciativa da Universidade Politécnica e que juntou, na mesma sala, académicos, empresários e estudantes.

 

De acordo com João Mosca, se por um lado os empresários devem ajustar a forma de funcionamento das suas empresas, por outro as famílias devem reduzir os seus gastos, “por forma a poderem acomodar-se ao cenário de perda do poder de compra que afecta grande parte das famílias moçambicanas”.

“Ainda no contexto da crise financeira, há, igualmente, a necessidade de a cidadania ter cada vez maior importância no desenvolvimento e na solução dos problemas nacionais, bem como na elaboração e participação nas decisões do Estado e do Governo”, considerou João Mosca.

 

Numa outra abordagem, o orador definiu de “muito crítica” a actual situação financeira do País. Defendeu que, embora existam alguns sinais de melhoria, sobretudo nos sectores financeiros e monetário, “na economia real, aquela que afecta directamente as empresas, os empresários e as famílias, as coisas não estão a melhorar, excepto num e outro sector”.

 

“Mas no seu conjunto, a crise continua e acredito que vai perdurar por mais algum tempo”, assegurou João Mosca.

 

No que compete às soluções, o economista compreende, todavia, que as mesmas devem ser sectorizadas, pois variam de família para família, ou de empresa para empresa. “É verdade que muitas vezes é difícil, tanto mais que algumas empresas fecharam por não encontrarem soluções para superar a crise. Mas é possível haver experiências positivas como, por exemplo, ajustar o funcionamento das empresas e as famílias encontrarem novas formas de consumo ou de aplicarem os seus rendimentos”, sugeriu.

 

Importa referir que João Mosca teceu estes comentários no auditório da Biblioteca Central da Universidade Politécnica, local que acolheu este colóquio que contou, ainda, com a participação de Armanda Chissico, gestora educacional, do empresário Cláudio Chipanda, na qualidade de oradores e do economista Caldas Xavier Chemane como moderador.

 

João Mosca orador do evento 2

João Mosca orador do evento

 

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Plateia 2

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