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O ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, reitera a necessidade de o desenvolvimento do ramo portuário estar alinhado com o transporte ferroviário como forma de assegurar a necessária competitividade e eficiência das infra-estruturas.


Para o [ ... ]

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O projecto Agro-Jovem, uma iniciativa da Gapi-Sociedade de Investimentos financiado pela Danida, acaba de conceder, na província de Sofala, financiamentos a dois projectos avícolas de jovens estudantes universitários, no valor total de um milhão e trezentos mil meticais.

 

Estes [ ... ]

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O ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, prevê para breve a introdução na cidade da Beira do sistema integrado de transportes de passageiros composto por automotoras e autocarros (Metrobus), através duma parceria entre o Governo e um operador [ ... ]

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A Associação Internacional de Estudantes de Ciências Económicas e Empresariais (AIESEC-Moçambique) realiza, entre os dias 27 e 30 de Abril, na cidade de Maputo, uma conferência internacional de liderança, denominada Mozambique Leadership Seminar (MozLDS 2018), [ ... ]

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O Standard Bank reuniu-se, na quinta-feira, 29 de Março, com representantes das principais embaixadas e organizações não-governamentais (ONG), nacionais e estrangeiras, que actuam no País, para apresentar as soluções que dispõe para este segmento, bem como consolidar parcerias com as mesmas.

 

Para além de providenciar serviços bancários tradicionais, o banco está preparado para apoiar este segmento, incluindo empresas do sector público, escolas e confissões religiosas, na concepção e implementação de iniciativas de responsabilidade social, projectos ligados à juventude, ao empreendedorismo, ao género, entre outros que constituam uma mais-valia para estas entidades.

 

Conforme explicou Sónia Cumbi, directora da unidade responsável por este segmento, o banco oferece condições especiais de acesso ao crédito e demais produtos financeiros a este conjunto de entidades e seus colaboradores.

 

“O Standard Bank não olha para os clientes como tal, mas sim como parceiros. Quando se fala de um banco, o que vai à mente das pessoas são transacções, dinheiro, etc, mas nós vamos para além disso. O nosso objectivo é ajudar os clientes a ter um crescimento sustentável e, por via disso, consolidar a nossa relação”, disse Sónia Cumbi.

 

“Nós vamos, em caso de necessidade, às embaixadas, ONG e outras entidades, ouvir as suas preocupações e, com base nelas, sugerimos soluções”, comentou Sónia Cumbi, tendo acrescentado que o banco realiza palestras sobre educação financeira no domicílio do cliente como parte das vantagens oferecidas.

 

Uma das entidades que já beneficia das vantagens desta abordagem de negócio do Standard Bank é o Fundo para a Melhoria do Ambiente de Negócios (FAN), cujo director executivo, Nuno Remane, acredita que o banco ajuda a incrementar as capacidades das empresas, no geral, e das embaixadas e ONGs, em particular.

 

“A nossa organização tem como finalidade contribuir para a melhoria do ambiente de negócios no País, e isso só é possível com o suporte deste tipo de serviços”, asseverou o director executivo do FAN, que foi secundado por Mércia Fernandes, representante da Embaixada dos Emirados Árabes Unidos em Moçambique.

 

“A nossa experiência tem sido boa e esta apresentação serviu para mostrar que ainda há muito por explorar no nosso País. A capacitação financeira e o apoio ao empreendedorismo são áreas que nos interessam e, por isso, vamos avaliar a possibilidade de apostar nelas”, afirmou Mércia Fernandes.

 

Apresentação

Apresentação

 

Sónia Cumbi Directora do IDG Standard Bank

Sónia Cumbi Directora do IDG Standard Bank

 

Nuno Remane Director Executivo da Fundação para a Melhoria do Ambiente de Negócios

Nuno Remane Director Executivo da Fundação para a Melhoria do Ambiente de Negócios

 

Mércia Fernandes Representante da Embaixada dos Emirados Árabes Unidos em Moçambique

Mércia Fernandes Representante da Embaixada dos Emirados Árabes Unidos em Moçambique

 

Participantes

Participantes

A AMECON-Associação Moçambicana de Economistas vai ser transformada em Ordem dos Economistas, caso a Lista B, com o slogan "Nova AMECON", vença as próximas eleições a 10 de Abril próximo.

 

Com esta profunda transformação para uma ordem sócio-profissional, a Lista B - liderada pelo economista Rodolfo Nogueira Dias, pretende criar um mecanismo regulador da actividade de economistas e gestores em Moçambique, através do registo e certificação profissional, como também do exercício da acção disciplinar e de controlo sobre os profissionais deste ramo.

 

“Há a necessidade de se zelar pelo cumprimento das regras de ética profissional e o nível de qualificação profissional dos economistas e gestores no nosso País”, sustenta Rodolfo Nogueira Dias, que se formou em Economia, com especialização em Finanças, pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Brasil e o mestrado em Finanças e Desenvolvimento feito na SOAS, Universidade de Londres.

 

Com efeito, esta lista prevê a implementação, no biénio 2018-2020, de um plano de actividades que assenta em três principais pilares, nomeadamente a promoção da pesquisa económica, a criação de oportunidades para "networking", formação contínua, para além do apoio aos programas de educação, inclusão financeira, paralelamente à criação da Ordem dos Economistas.

 

“Neste contexto de rápidas transformações socioeconómicas, que se têm registado no nosso País, torna-se cada vez mais importante ter um novo posicionamento e uma voz activa da categoria de economistas e gestores, que formam a Associação Moçambicana de Economistas – AMECON, a fim de se poder reflectir, antecipar e contribuir para o crescimento inclusivo e sustentável de Moçambique”, defende Rodolfo Nogueira Dias.


Na sua opinião, a oportunidade de liderar qualquer associação traz consigo grande responsabilidade e na AMECON não será diferente: “Identificamos vários aspectos que poderão ser melhorados, desde a representatividade ao nível regional, maior interacção entre os associados e promoção de debates sobre assuntos socioeconómicos”, realça o economista.


Importa destacar que a lista B – A "Nova AMECON", é a única concorrente que, na sua composição de órgãos sociais, inclui membros das províncias e também a única com representatividade do género, pois tem 45% de mulheres na equipa de gestão.

 

O cabeça-de-lista, Rodolfo Nogueira Dias, é um profissional bancário afecto à banca de investimentos, com experiência em docência, tendo dado aulas sobre Mercado de Capitais, na Universidade Politécnica, na cidade de Maputo.

 

É igualmente representante da Global Shapers Maputo Hub, uma iniciativa mundial que identifica jovens líderes que criam impacto nas suas comunidades.

 

Na sua carreira profissional, já trabalhou para instituições como o Banco Santander, Prosper – Correctora de Valores Mobiliários e Câmbio, no Brasil e na Bloomberg L.P., em Londres, Inglaterra. Foi finalista das Jornadas Científicas Bancárias, organizadas pelo Banco de Moçambique, iniciativa que promove a pesquisa económica sobre a economia moçambicana.

 

Rodolfo Dias economista

O Governo Moçambicano precisa de investir, a curto prazo, cerca de 20 milhões de dólares norte-americanos para equipar, devidamente, todo o sistema do Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) e substituir os equipamentos, que ainda funcionam com mercúrio, no âmbito da padronização internacional.


Esta informação foi dada a conhecer, na segunda-feira, 26 de Março, em Maputo, pelo ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, momentos após um encontro de trabalho com as direcções do INAM e do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC).
O governante referiu ainda serem necessários mais 50 milhões de dólares para um investimento a longo prazo, na revitalização e extensão das redes e estações meteorológicas ao longo do território nacional e na criação de três centros regionais, que permitam a obtenção de informações mais fiáveis e mais próximas das populações.

 


Carlos Mesquita explicou que o encontro de trabalho com o INGC se deve ao facto de os trabalhos executados pelo INAM terem muita complementaridade com os dados e informações prévias que o INGC precisa para planificar as suas actividades.


“Na óptica da contenção de custos, na utilização dos escassos recursos financeiros disponíveis, achamos que os resultados deste encontro coadunam-se com aquilo que queremos evitar, nomeadamente a duplicação de aquisição de equipamentos, quando alguns deles já existem no País, particularmente no INAM”, frisou o ministro.


Ainda sobre a reunião, seguida de uma visita às instalações do INAM, Carlos Mesquita contou terem sido constatados alguns elementos de grande importância relacionados com a rede das estações meteorológicas do País, a capacidade tecnológica e profissional dosros e também o sistema de análise e previsão do tempo, que são dados necessários para a agricultura, saúde, turismo, aviação, marinha, entre outros.


“Este é o coração de todos esses sectores a partir de uma série de equipamentos como satélites e radares e também o cruzamento que é feito com outras instituições como o centro regional que está em Pretória, na África do Sul, onde é validada a informação que temos”, disse.


Importa realçar que com base na parceria entre o INAM e o INGC serão desenvolvidos projectos específicos na área da meteorologia, a serem submetidos aos parceiros internacionais para debate e financiamento.


“Mas também devemos contar com os nossos recursos, pois há uma série de serviços que o INAM presta e que nós achamos que podem produzir receitas para a instituição”, concluiu o governante.

 

Encontro entre o ministro a direcção do INGC e o INAM

Encontro entre o ministro a direcção do INGC e o INAM

 

Carlos Mesquita Ministro dos Transportes e Comunicações

Carlos Mesquita Ministro dos Transportes e Comunicações

 

 

Visita a parque de instrumentos

Visita a parque de instrumentos

Com um universo de 8.733 pensionistas, a delegação provincial do INSS-Instituto Nacional de Segurança Social, na província de Sofala, já migrou 5.411 processos, de um total de 8.379, por migrar para a base de dados, tendo sido autorizados apenas 1.683.

 

O trabalho realizado, até 20 de Março, corresponde a 65,8 por cento da meta desejada, fixada em 8.379 pensionistas, faltando por processar 34,2 por cento.

 

Nesta província, a implantação da segunda fase da implantação do SISSMO (Sistema de Informação da Segurança Social de Moçambique), igualmente, conhecida como “Fase Pagamento”, teve início no dia 1 de Fevereiro.

 

No decurso do processo, a delegação detectou 62 processos com pagamentos indevidos, no valor de 2.390.367,70 meticais.

 

A conclusão deste processo vai permitir a redução do prazo do pagamento das pensões dos actuais 30 dias que a lei prevê para 15 dias, sendo que os subsídios passarão de 30 para 7 dias, com excepção do subsídio de funeral que continuará a ser pago no mesmo dia em que for solicitado.

 

Permitirá ainda a realização da Prova Anual de Vida (PAV) de pensionistas, a decorrer este ano no período de Abril a Junho, de forma digitalizada, para conferir maior fiabilidade ao processo.

 

No ano passado, de um universo de 8.408 pensionistas registados em 2016, na delegação provincial do INSS em Sofala, realizaram a Prova Anual de Vida 8.314 pensionistas, o que levou ao cancelamento de 94 pensões.

 

inss

Com o propósito de formar quadros técnicos, sobretudo mulheres que demonstrem incapacidade financeira para avançarem com os estudos, arrancaram recentemente, nas províncias de Nampula e Tete, as aulas do Programa de Reforma do Ensino Técnico-Profissional, no Instituto Médio Politécnico (REPTO-IMEP), da Fundação Universitária para o Desenvolvimento da Educação (FUNDE).

 

As aulas deste programa arrancaram com um total de 135 estudantes matriculados nas duas províncias, estando, só na província de Nampula, 17 a frequentar o curso de Mestre-de-Obras, 18 o de Medidores Orçamentais e 30 o de Electricidade Industrial.

 

Dos restantes 70 que se encontram a estudar na província de Tete, 17 estão inscritos no curso de Estradas e Pontes, 25 no de Manutenção de Equipamentos Hidráulicos e 28 no de Construções Mecânicas.

 

Espera-se, com este programa, que sejam desenvolvidas as competências práticas de modo a estimular novas iniciativas entre os jovens empreendedores, sobretudo viradas para o auto-emprego, nas diferentes áreas e sectores de actividade do País.

 

De acordo com Rosânia da Silva, directora executiva da FUNDE, a introdução destes seis cursos representa uma grande oportunidade para a implementação da fase piloto da Reforma do Ensino Técnico-Profissional.

 

Conforme explicou, “este exercício vai contribuir para, paulatinamente, se proceder com a conformação dos actuais cursos do IMEP, como cumprimento das orientações do Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional, bem como da Autoridade Nacional da Educação Profissional, segundo as quais todas as instituições de formação técnico-profissional devem aderir à reforma”, explicou.

 

No tocante à retenção de jovens da classe média-baixa neste programa, Rosânia da Silva esclareceu que o REPTO-IMEP estabeleceu um sistema de apoio financeiro em alojamento e alimentação, incluindo o apoio psicológico, de saúde preventiva e materno-infantil, “para propiciar as mais elevadas condições de aprendizagem aos formandos”.

 

Refira-se que, para a materialização deste programa de formação, a FUNDE celebrou, em Novembro do ano passado, em Maputo, um acordo de parceria com o JOBA, um programa financiado pelo Departamento para o Desenvolvimento Internacional do Reino Unido – Ukaid/DFID, numa cerimónia que igualmente serviu para o lançamento oficial deste projecto.

 

“A expectativa é de que o sucesso, que vai resultar da implementação deste programa de formação, venha a estimular a expansão da reforma nos restantes cursos do IMEP”, manifestou Rosânia da Silva.

 

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