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O ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, reitera a necessidade de o desenvolvimento do ramo portuário estar alinhado com o transporte ferroviário como forma de assegurar a necessária competitividade e eficiência das infra-estruturas.


Para o [ ... ]

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O projecto Agro-Jovem, uma iniciativa da Gapi-Sociedade de Investimentos financiado pela Danida, acaba de conceder, na província de Sofala, financiamentos a dois projectos avícolas de jovens estudantes universitários, no valor total de um milhão e trezentos mil meticais.

 

Estes [ ... ]

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O ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, prevê para breve a introdução na cidade da Beira do sistema integrado de transportes de passageiros composto por automotoras e autocarros (Metrobus), através duma parceria entre o Governo e um operador [ ... ]

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A Associação Internacional de Estudantes de Ciências Económicas e Empresariais (AIESEC-Moçambique) realiza, entre os dias 27 e 30 de Abril, na cidade de Maputo, uma conferência internacional de liderança, denominada Mozambique Leadership Seminar (MozLDS 2018), [ ... ]

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O INSS-Instituto Nacional de Segurança Social procedeu, até 16 de Março, na província de Gaza, à migração de 1.750 processos, de um total de 2.196 pensionistas e 2.051 processos de pensões.


Iniciado em Janeiro do corrente ano, o trabalho de migração de processos de pensionistas para a base de dados, bem como a automatização do cálculo para a fixação das prestações, enquadra-se no cumprimento do Programa de Informatização Global do Sistema de Segurança Social Obrigatória.


Trata-se da segunda fase da implantação do SISSMO (Sistema de Informação da Segurança Social de Moçambique), igualmente, conhecida como “Fase Pagamento”.


Neste momento, segundo consta, falta por migrar um total de 311 processos, dos quais 224 estão pendentes, 77 são irregulares e 10 foram suspensos/cancelados.


Os processos pendentes resultaram da falta de regularização do extracto de contribuições dos beneficiários no sistema, falta de fichas de processamento de pensões no âmbito da transferência de pensionistas de outras delegações provinciais para Gaza, bem como a necessidade do recálculo de algumas pensões de sobrevivência em virtude dos filhos dos beneficiários terem atingido a maioridade.


Os processos irregulares são resultantes da divergência de alguns nomes ou falta de certos documentos dos requerentes e ainda a falta de comprovativos de pagamento de reservas matemáticas e diferença de contribuições.


Os suspensos/cancelados resultam da falta de preenchimento de requisitos estabelecidos para a fixação das pensões, os quais deveriam ter sido indeferidos, como são os casos de beneficiários que requereram a pensão de invalidez com mais de 60 anos, tendo posteriormente passado, automaticamente, para a pensão de velhice, sem reunir as condições para o efeito e de filhos de beneficiários falecidos a receberem pensão de sobrevivência, tendo atingido 18, 21 ou 25 anos, sem as respectivas declarações de frequência de ensino médio ou superior.
Importa realçar que estão a decorrer a nível interno, diligências para se apurar as reais motivações que ditaram o processamento das pensões, ora irregulares e canceladas, de forma a apurar responsabilidades disciplinares e/ou criminais.


Por outro lado, a delegação provincial do INSS de Gaza está a desenvolver acções de notificação directa e comunicação de pensionistas envolvidos na situação de pendência, irregularidade e suspensão de pensões, com vista a aproximarem-se das instalações da delegação e direcções distritais do INSS para perceberem as razões que levaram à suspensão/cancelamento da sua pensão e, em situação de necessidade, colherem esclarecimentos ou apoiarem na regularização do seu processo.


Prevista para 31 de Março, a conclusão deste processo, em Gaza, vai permitir a redução do prazo do pagamento das pensões dos actuais 30 dias que a lei prevê para 15 dias, sendo que os subsídios passarão de 30 dias para 7 dias, com excepção do subsídio de funeral, que continuará a ser pago no mesmo dia da solicitação.


Ainda no quadro das reformas, visando a melhoria da prestação de serviços, a Prova Anual de Vida (PAV) de pensionistas vai decorrer este ano no período de Abril a Junho, de forma digitalizada, para conferir maior fiabilidade ao processo.

 

inss

A Cornelder de Moçambique, SA, será anfitriã da 19ª edição da Conferência Intermodal África 2018, a ter lugar na Cidade da Beira, entre os dias 27 e 29 de Março.

 

Trata-se de um evento internacional organizado anualmente pela empresa Transport Events, uma entidade sediada na Malásia que promove eventos similares em vários pontos do globo e que, neste ano, escolheu Moçambique e a Cidade da Beira, em particular, como anfitriã do evento.

 

A Intermodal África contará, este ano, com a participação de mais de 300 convidados, com destaque para representantes do Governo da República de Moçambique, diversos gestores das indústrias portuária, ferroviária e rodoviária, para além de empresas de logística, linhas de navegação, agentes transitários, clientes e utentes oriundos de várias partes do mundo, em particular da África, Europa e Médio Oriente.

 


A cerimónia oficial de abertura da conferência e exposição Intermodal África, será presidida pelo Primeiro Ministro da República de Moçambique, Carlos Agostinho do Rosário.

 

O objectivo principal desta conferência e exposição é a de concentrar, num mesmo espaço, um diversificado segmento de actores do sistema global de transportes, constituindo uma importante plataforma de "networking" para constituição de parcerias, desenvolvimento de sinergias e promoção de novos negócios, sempre na perspectiva de tornar o sistema de transportes mais fluído, integrado e eficiente.

 

Este evento constitui também uma montra privilegiada, em particular, para o Porto da Beira e para os portos nacionais, no geral, bem como para toda a rede de transportes de Moçambique, um País de trânsito por excelência, para onde convergem cargas de todos os quadrantes do mundo.

 

cornelder de mocambique fds fimdesemana

Com uma produção comercial anual estimada em pouco mais de 17.548 milhões de meticais, o distrito de Ribáuè, na província de Nampula, acaba de beneficiar de um novo balcão integrado do Standard Bank, cuja inauguração oficial teve lugar, na terça-feira, 20 de Março.

 

A inauguração do empreendimento, equipado com ATMs para depósito de dinheiro, tem por objectivo o alargamento da rede de balcões do Standard Bank, para as zonas rurais, expandindo assim os seus produtos e serviços junto das populações dessas zonas.

 

Intervindo na cerimónia, o administrador do distrito de Ribáuè, Emanuel Impissa, referiu que a implantação do Standard Bank vai, seguramente, impulsionar o desenvolvimento daquela região, incluindo dos distritos vizinhos.

 

“O distrito de Ribáuè, com 291.991 habitantes, movimenta anualmente cerca de 305.409 mil meticais em salários e remunerações, para além de uma actividade comercial valorizada de cerca de 17.548 milhões de meticais, o que vai constituir parte do mercado para a sustentabilidade da nova infraestrutura bancária”, indicou Emanuel Impissa.

 

Por sua vez, Chuma Nwokocha, administrador delegado do banco, referiu-se às especificidades da nova agência, destacando a disponibilização de canais electrónicos, com o intuito de facilitar o acesso dos produtos e serviços financeiros modernos às populações, que respondem a todas as suas necessidades, desde particulares até empresariais.

 

“Queremos ajudar os nossos clientes a crescer, por isso, temos estado a investir, igualmente, nos meios tecnológicos modernos, que garantem a realização de transacções bancárias de uma maneira segura e rápida”, disse Chuma Nwokocha, tendo realçado que uma das apostas do Standard Bank, em abrir um balcão naquela região, tem por objectivo impulsionar o desempenho da agricultura, viabilizando a estratégia da diversificação da economia.

 

O administrador delegado do Standard Bank enfatizou, durante a sua intervenção, que o balcão de Nampula constitui, igualmente, uma mais-valia na vertente da promoção do emprego, pelo facto do seu capital humano ser 100% local.

 

Já o director da filial do Banco de Moçambique em Nampula, Vasco Mepula, considerou que o gesto do Standard Bank, em Ribáuè, reflecte a necessidade de dinamização do sector agrícola, que serve de base à economia do País.

 

“Esta importante região, em que se localiza o novo balcão, cobre os distritos de Ribáuè, Malema e Lalaua e se destaca na produção e comercialização agrícolas, detendo um potencial para produzir cada vez mais e para multiplicar as actividades geradoras de divisas, através do incremento das exportações, sobretudo, pelas pequenas e médias empresas”, concluiu Vasco Mepula.

 

Importa realçar que o Standard Bank conta, actualmente, com cinco balcões na província de Nampula.

 

Parte frontal

Parte frontal

 

Corte de fita

Corte de fita

 

Descerramento da placa

Descerramento da placa

 

Interior da agência de Ribáuè

Interior da agência de Ribáuè

 

Emanuel Impissa Administrador do distrito de Ribáuè

Emanuel Impissa Administrador do distrito de Ribáuè

 

Chuma Nwokocha Administrador delegado do Standard Bank

Chuma Nwokocha Administrador delegado do Standard Bank

 

Vasco Mepula Director da filial do Banco de Moçambique em Nampula

Vasco Mepula Director da filial do Banco de Moçambique em Nampula

Cerca de 70 Pequenas e Médias Empresas (PME) nacionais beneficiaram, até ao final de 2017, de crédito ao abrigo do fundo de garantias para o agro-negócio, denominado Agro-Garante.

 

Concebido e implementado pela Gapi, o Agro-Garante, apoiado pela DANIDA, viabilizou a concessão dos referidos financiamentos que totalizam cerca de 180 milhões de meticais, permitindo, para além de alavancar e/ou viabilizar negócios neste sector, assegurar 3.500 postos de trabalho.

 

Trata-se de empresas que operam em todo o País na provisão de insumos, na produção, conservação, armazenamento, processamento, transporte e comercialização de produtos de origem vegetal (excepto florestas) e/ou avícola.

 

Os financiamentos foram atribuídos por quatro dos oito bancos aderentes, nomeadamente: Millennium-BIM, Banco Terra, FNB e BCI, o que demonstra que “o nosso sistema bancário está disponível para desenvolver instrumentos e soluções que melhorem a qualidade e diversidade dos serviços financeiros que a nossa população e os nossos empresários procuram”, assegura Amiro Abdula, Director de Financiamento da Gapi.

 

O Agro-Garante tem estado a contribuir para reduzir o limitado acesso ao financiamento por parte das PMEs do sector de agro-negócios, causado, em parte, pela falta de garantias que reduz as possibilidades destas acederem a estes serviços bancários. Existem vários impedimentos ou obstáculos para o desenvolvimento destas empresas, sendo o fraco acesso ao financiamento, um deles.

 

“Este Fundo de Garantias foi desenhado por técnicos nacionais, sob a coordenação da Gapi e da Embaixada da Dinamarca. Numa fase inicial, previa-se uma adesão de quatro a cinco bancos. Porém, o envolvimento da Associação Moçambicana de Bancos e o interesse manifestado pela maioria dos seus membros, logo na fase de arranque, já era prenúncio do impacto que esta iniciativa está a ter no financiamento às PME.”, explica Abdula.

 

O Agro-Garante é implementado desde 2014 e visa, essencialmente, partilhar o risco nas operações de crédito realizadas pelos Bancos, com fundos próprios destinados às micro, médias e pequenas empresas, envolvidas em cadeias de valor do Agro-Negócio, para além de contribuir para mais financiamento e investimento no Agro-Negócio.

 

A Gapi está a estruturar outros importantes instrumentos de financiamento e assistência técnica dirigidos às PME.

 

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Para que os usuários possam interpretar, correctamente, o significado das palavras em determinadas culturas, o dicionário de língua portuguesa deveria conter componentes culturais na definição das palavras.

 

Esta abordagem foi defendida na quarta-feira, 21 de Março, em Maputo, por Irene Mendes, especialista em Linguística e docente na Universidade Politécnica, durante a animação do segundo sub-tema das Tertúlias Itinerantes, edição 2018, subordinada ao tema “Interculturalidade e Lexicultura”.

 

Conforme defendeu a oradora, o dicionário deveria sempre conter componentes culturais na sua definição “porque, sem elas, muitas das vezes os aprendentes não conseguem interpretar, correctamente, um texto”.

 

“Sabemos, por exemplo, que os animais e outras palavras, como a cobra, o coelho e o pangolim, são unidades lexicais que trazem consigo uma carga cultural muito forte”, explicou, acrescentando que “se estiver a ler um texto sem conhecer o simbolismo de um desses animais, dificilmente compreenderei o contexto do mesmo dentro daquela comunidade”.

 

Numa outra abordagem que trouxe aos presentes no evento, por forma a consubstanciar a ideia de que o dicionário deve albergar componentes culturais na definição das palavras, Irene Mendes falou do uso de determinados termos que, numa cultura, podem significar algo completamente antagónico em relação a uma outra.

 

“Se estiver a conversar com alguém ou com várias pessoas, sem no entanto conhecer o significado cultural de menina, rapaz, rapariga, esposa ou de mulher, estarei sempre exposta a cometer erros ou a ferir sensibilidades, ainda que sem saber. Isso pode conduzir a um choque cultural”, referiu.


A título de exemplo, Irene Mendes destacou o uso da palavra “menina” em dois povos diferentes, o moçambicano e o português, sendo que, por um lado, para os moçambicanos ela é somente aplicada a crianças do sexo feminino; “por outro, no contexto europeu, a palavra é usada para todas as mulheres, independentemente das idades. É, aliás, elegante e carinhoso chamar uma idosa de menina”, considerou, sugerindo, mais uma vez, para que os dicionários incorporem definições culturais e contextualizadas das palavras.

 

Importa referir que estas afirmações surgiram no âmbito do 3º Ciclo de Tertúlias Itinerantes, intituladas "Fluxos de Comunicação Intercultural no Espaço de Língua Portuguesa: Debater o Desconhecimento Mútuo no Contexto da Era Global", que desta feita, escalaram o Museu da Moeda.

 

Este evento é uma iniciativa académica que reúne, em Maputo, reflexões de investigadores de Moçambique, Brasil e Portugal e é organizado por Eduardo Lichuge, da Universidade Eduardo Mondlane; Lurdes Macedo, da Universidade Lusófona do Porto e Sara Laisse, da Universidade Politécnica, cujas linhas de pesquisa se centram no debate sobre a interculturalidade.

 

A próxima tertúlia será animada por Jorge Frinje, docente da Universidade Eduardo Mondlane, a 10 de Abril, na Fundação Fernando Leite Couto, que abordará o tema: "Multiculturalidade e estilos holísticos de aprendizagem: o encontro entre o Ocidente e o Oriente".

 

 Irene Mendes oradora

Irene Mendes oradora

 

Oradora e participantes

Oradora e participantes

 

Participantes

Participantes

 

Leandro Paul

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+258 823007740
+258 843007740
+258 21321946

António Dias

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+258 823140960
+258 843140960
+258 21321945

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