home

facebook google linkedin youtube
FDS

O ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, reitera a necessidade de o desenvolvimento do ramo portuário estar alinhado com o transporte ferroviário como forma de assegurar a necessária competitividade e eficiência das infra-estruturas.


Para o [ ... ]

Ler comunicado
FDS

O projecto Agro-Jovem, uma iniciativa da Gapi-Sociedade de Investimentos financiado pela Danida, acaba de conceder, na província de Sofala, financiamentos a dois projectos avícolas de jovens estudantes universitários, no valor total de um milhão e trezentos mil meticais.

 

Estes [ ... ]

Ler comunicado
FDS

O ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, prevê para breve a introdução na cidade da Beira do sistema integrado de transportes de passageiros composto por automotoras e autocarros (Metrobus), através duma parceria entre o Governo e um operador [ ... ]

Ler comunicado
FDS

A Associação Internacional de Estudantes de Ciências Económicas e Empresariais (AIESEC-Moçambique) realiza, entre os dias 27 e 30 de Abril, na cidade de Maputo, uma conferência internacional de liderança, denominada Mozambique Leadership Seminar (MozLDS 2018), [ ... ]

Ler comunicado

O Instituto Superior Politécnico e Universitário de Nacala-ISPUNA, uma unidade orgânica da Universidade Politécnica, graduou, recentemente, um total de 68 estudantes dos cursos de Administração e Gestão de Empresas, Ciências Jurídicas, Contabilidade e Auditoria, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia Eléctrica, Engenharia Informática e de Telecomunicações.

 

Intervindo na segunda cerimónia de graduação, a presidente da Comissão Instaladora, Beatriz Langa, disse esperar que os graduados levem, na bagagem, uma dose suficiente de conhecimentos e saber que lhes possam ajudar a resolver os problemas sóciopolíticos e económicos que assolam o vasto Moçambique, pois são a promessa de um País melhor, próspero e, acima de tudo, de paz.

 

“Temos consciência que, ao longo da vossa formação, depararam-se com professores de diferentes carácteres e comportamentos, desde os mais compreensivos aos mais intolerantes, dos mais passivos aos mais activos, porém, todos eles deixaram uma marca positiva, na aquisição de conhecimentos e experiência de vida, pois assim é a sociedade, repleta de desafios”, frisou.

 

Por seu turno, a representante dos estudantes, Cátia Temporário Manantsara, considerou que a cerimónia marcou o término de uma etapa e o início de outra.

 

“Não só elevamos o nível académico, mas também adquirimos habilidades, atitudes e aperfeiçoamos a nossa competência técnica-profissional, isso vai ajudar a melhorar o nosso desempenho, respondendo tempestivamente às dinâmicas e exigências do mercado de trabalho”, indicou.

 

Acrescentou que o caminho trilhado não foi fácil. Tal como acontece em qualquer processo, conforme destacou, “a nossa caminhada foi de altos e baixos, algumas vezes por imperativos de índole profissional, éramos forçados a faltar às aulas e a recuperação das lições perdidas nunca foi tarefa simples. O empenho e dedicação constituíram factores-chave muito importantes para contornar os vários obstáculos do quotidiano”.

ISPUNA Graduação 2

ISPUNA Graduação

 

ISPUNA Graduação 1

ISPUNA Graduação

 

 

O Standard Bank lançou no mercado, na quinta-feira, 8 de Março, em Maputo, o Centro de Negócios, um serviço único e inovador dedicado às Pequenas e Médias Empresas (PME).

 

Exclusivo aos clientes do banco, o Centro de Negócios consiste numa linha telefónica gratuita (94000), disponível das 08h00 às 20h00, para as PME efectuarem reforço de tesouraria, desconto de facturas, constituição de financiamentos, subscrição de seguros, pagamento de impostos, comércio electrónico e muitas outras transacções bancárias no conforto dos seus escritórios.

 

A introdução deste serviço visa, especificamente, simplificar sobremaneira o dia-a-dia das PME, conferindo-lhes maior comodidade, já que passarão a efectuar as suas transacções de forma simples, rápida e sem a necessidade de se deslocarem a um balcão.

 

Adicionalmente, o Standard Bank pretende com este passo contribuir para a consolidação das PME, que são o motor do desenvolvimento económico.

 

Intervindo na ocasião, Francisca Bugalho, responsável pelo Centro de Negócios do Standard Bank, referiu que a concepção da proposta-valor do Centro teve em conta a dinâmica do mercado e, sobretudo, a dinâmica alinhada às PME, que são, por natureza, negócios que requerem que os seus gestores estejam a olhar por elas a tempo inteiro.

 

“Por esta razão, o Standard Bank criou formas de levar a banca até aos seus negócios, dando-lhes mais conveniência”, frisou.

Ainda na estrutura, conforme realçou Francisca Bugalho, o centro dispõe de sistemas de alta tecnologia: “Somos capazes de medir o nosso nível de serviço para o cliente, assim como o seu nível de satisfação, o que nos permite fazer o levantamento sobre as suas necessidades, possibilitando a antecipação da disponibilização das melhores soluções para as empresas, tornando-as competitivas”, garantiu.

Abordado à margem da cerimónia, o presidente do Conselho de Administração da RJM Holdings, Rui Machava, disse que a relação entre o Centro de Negócios do Standard Bank e a sua empresa data desde a sua fundação.

 

“Constatei que o Centro de Negócios tem disponíveis gestores com capacidade de resposta imediata. A satisfação às preocupações é imediata, pois sempre existe alguém ao dispor do cliente”, indicou.

 

Acrescentou que se trata de uma experiência única e positiva, uma vez que, através de uma chamada telefónica ou email, é possível obter uma solução imediata: “As operações que temos feito com maior frequência no centro são solicitações de saldo, extractos bancários, emissão de garantias bancárias, de boa execução e concursos públicos”, sublinhou.

 

Importa realçar que o Centro de Negócios é composto por uma equipa, com um vasto leque de conhecimentos e experiência, para aconselhar e orientar as PME sobre as melhores soluções para negócios bem-sucedidos.

 

Não obstante funcionar à base de uma linha telefónica, sempre que necessário, os gestores do Centro de Negócios deslocam-se às PME, para apoiá-las em operações mais complexas.

 

Apresentação do Centro de Negócios pela Francisca Bugalho Zango

Apresentação do Centro de Negócios pela Francisca Bugalho Zango

 

Rui Machava PCA da RJM Holdings

Rui Machava PCA da RJM Holdings

 

Participantes

Participantes

 

O Governo vai solicitar à Cornelder de Moçambique (CdM) a realização de investimentos para o aumento da capacidade instalada nos terminais de Contentores e de Carga Geral do Porto da Beira, para alavancar o desenvolvimento do País, em especial da região Centro.


Com efeito, o Conselho de Ministros aprovou, recentemente, uma proposta de resolução que solicita que a concessionária do Porto da Beira apresente um Plano de Investimentos para garantir o aumento da capacidade do Porto.


Neste contexto, prevê-se que a concessionária invista no aumento da capacidade do terminal de contentores, aumento da capacidade do terminal de carga geral, em sistemas e infraestruturas de segurança portuária em linha com as exigências do "ISPS Code" e desenvolvimento do capital humano.


A realização de investimentos no aumento de capacidade do porto da Beira revela-se crucial para a viabilização de importantes investimentos públicos em curso, como sejam a reabilitação da N6, reabilitação da linha férrea de Machipanda e a dragagem do canal de acesso ao Porto da Beira.


Em virtude do término do actual contrato de concessão estar previsto para 2023, ou seja, dentro de 5 anos, e os investimentos a realizar terem um horizonte temporal que vai muito além dos 5 anos, o Governo entende que será necessário conceder uma extensão antecipada, ao invés de esperar pelo término do actual contrato de concessão. Aliás, esta é uma prática que vem sendo seguida pelo Governo, ao nível das concessões portuárias estabelecidas no País. Recorde-se que, em Junho de 2010, o Governo autorizou a extensão do Acordo de Concessão do Porto de Maputo (MPDC), por um período de 15 anos, justamente para garantir os investimentos adicionais.


Ao longo dos 19 anos que dura a concessão, a Cornelder de Moçambique tem demostrado ser um concessionário exemplar, com bom desempenho comercial e operacional, sendo também um grande contribuinte para o Tesouro do Estado.


Nestes termos, o Governo instou a concessionária a realizar, quanto antes, investimentos no aumento da capacidade das suas infraestruturas, equipamentos e tecnologias de informação e comunicação, de modo a que o Corredor da Beira não perca a sua competitividade relativamente aos outros corredores da Região.


Na proposta de resolução, o Governo solicita à Cornelder de Moçambique a apresentação de um Plano de Investimentos para os próximos anos, na base do qual irá decidir sobre o período de extensão do contrato de concessão a conceder. A CdM tem 60 dias para submeter o referido Plano de Investimentos ao Ministro da Indústria e Comércio.

 

cornelder de mocambique fds fimdesemana

O ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita defende a implementação de medidas concretas para a migração célere da carga rodoviária para o sistema ferroviário, com vista à mitigação dos impactos causados pelo tráfego de camiões na Estrada Nacional Número Quatro (EN4), nomeadamente o congestionamento, a degradação da via, a insegurança rodoviária, agravamento dos custos operacionais para o transporte de mercadorias e de passageiros, problemas ambientais, entre outros.


Dentre as medidas apontadas, constam a criação de um porto seco para funcionar como zona tampão para melhor gestão do tráfego, o alargamento do horário de funcionamento da fronteira de Ressano Garcia e do “Quilómetro Quatro”, bem como a prossecução da melhoria da capacidade de manuseamento de carga ferroviária no Porto de Maputo.


“Esta é a melhor saída para a redução do tráfego de camiões na EN4. A carga de natureza ferroviária, particularmente a de minérios a granel, deve ser transportada nas ferrovias, maximizando as vantagens naturais que este tipo de transporte oferece”, defendeu Carlos Mesquita, que falava quinta-feira, 8 de Março, na abertura do Fórum de Discussão sobre Sinistralidade e Congestionamentos na EN4, organizado pela Companhia de Desenvolvimento do Porto de Maputo (MPDC).


Para o ministro, a subida do número de camiões que demandam o Porto de Maputo deve ser analisada, tendo em conta o crescimento registado no manuseamento portuário que se situou em 36% para a carga rodoviária e uma subida exponencial da carga ferroviária que escalou o porto, na ordem de 134%.


“A tendência da migração da carga rodoviária para o sistema ferroviário tem estado a consolidar-se. Em 2016, 18% da carga manuseada no Porto de Maputo era ferroviária, tendo esta cifra aumentado para 26% em 2017”, disse Carlos Mesquita.


De acordo com o ministro dos Transportes e Comunicações, o congestionamento, em particular na EN4, resulta da maior pressão exercida pelo crescimento do tráfego rodoviário de mercadorias, em detrimento dos modos tradicionais de transporte, nomeadamente o marítimo e ferroviário.


Por exemplo, em 2017, 52% da carga foi transportada por via ferroviária, 36% por via rodoviária e menos de 1% por via marítima, “uma realidade que precisamos de reverter, se considerarmos os elevados custos e demais consequências negativas do tráfego rodoviário de mercadorias”.


No caso específico da EN4, que atravessa a cidade da Matola e desagua na cidade de Maputo, a situação torna-se preocupante, tendo em conta que estas duas urbes albergam cerca de 80% de um total de cerca de 740 mil veículos matriculados em Moçambique.

 

Carlos Mesquita ministro dos Tranportes e Comunicações 5

Carlos Mesquita ministro dos Tranportes e Comunicações

 

Parte dos participantes do Forum sobre sinistralidade e congestionamento na N4

Parte dos participantes do Forum sobre sinistralidade e congestionamento na N4

 

Parte dos participantes do Forum sobre sinistralidade e congestionamento na N4 3

Parte dos participantes do Forum sobre sinistralidade e congestionamento na N4 

 

Parte dos participantes do Forum sobre sinistralidade e congestionamento na N4 4

Parte dos participantes do Forum sobre sinistralidade e congestionamento na N4 

A Cornelder de Moçambique, S.A., procedeu à entrega, na terça-feira, 6 de Março, na cidade da Beira, ao governo provincial de Sofala, de produtos alimentares de primeira necessidade e material de construção, avaliados em cerca de 1.500 mil meticais, para apoio às famílias vítimas das inundações.

 

Várias famílias das cidades da Beira e Dondo, incluindo o distrito de Nhamatanda, encontram-se afectadas pelas inundações, situação que levou ao governo de Sofala a lançar uma campanha de solidariedade interna de moçambicanos para moçambicanos, com vista a minimizar o sofrimento das vítimas.

 

Intervindo, na ocasião, António Libombo, director executivo-adjunto da Cornelder de Moçambique, referiu que “obviamente que não podíamos ficar indiferentes a este drama que afecta grande parte da nossa população, havendo crianças que ficaram sem escolas e outras que não têm acesso às suas próprias residências”.

 

“Nós reagimos ao apelo do governo provincial, no sentido de assegurar que sejam criadas condições para minorar o drama que a população está neste momento a viver, não só na cidade da Beira, mas também em vários distritos da província”, disse.

 

Por sua vez, Augusta Maita, secretária permanente da província de Sofala, agradeceu à Cornelder de Moçambique pelo gesto, tendo destacado que a avaliar pela quantidade a oferta fará muita diferença na melhoria das condições de vida dos afectados.

 

“Testemunhamos a recepção de produtos e materiais de construção compostos por 618 quilogramas de feijão, 309 quilogramas de açúcar castanho, igual quantidade de sal, 701 chapas de zinco, 35 barrotes e 134 pacotes de parafusos, num montante de 1.456.215 meticais”, indicou.

Acrescentou que as ofertas que o governo provincial tem estado a receber constituem uma pronta resposta ao apelo feito pelas autoridades locais, “daí que queremos encorajar para que continuem com esta vontade, fazendo parte deste movimento de solidariedade de moçambicanos para moçambicanos”.

 

Importa realçar que, em Sofala, em consequência das enxurradas, 110 famílias encontram-se reassentadas, em Nhamatanda. As inundações, para além de deslocar famílias, destruíram residências, culturas e algumas infraestruturas públicas e privadas.

famílias vítimas das inundações

Leandro Paul

This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.

 

+258 823007740
+258 843007740
+258 21321946

António Dias

This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.

+258 823140960
+258 843140960
+258 21321945

FDS Fim de Semana, Lda

Agência de Comunicação e Imagem
Avenida 25 de Setembro, Nº1123,
1º Andar, Flat D-E-F
Prédio Cardoso
Maputo, Moçambique