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Espaço aéreo moçambicano aberto às companhias que queiram escalar o nosso País

Avião da Air Mauritius

O ministro dos Transportes e Comunicações disse, nesta quarta-feira, 4 de Maio, que o espaço aéreo moçambicano está aberto para todas as companhias aéreas que queiram escalar o País e instou os investidores a apostarem no transporte aéreo no País, seguindo os regulamentos e mecanismos estabelecidos pelo regulador.

À luz da actual legislação do País, o espaço aéreo nacional está aberto para todos os operadores regionais e internacionais que tencionarem voar para Moçambique, havendo apenas restrição para empresas nacionais, no transporte aéreo domésticos.

Entretanto, segundo Carlos Mesquita, que convidou a todas as companhias regionais e internacionais a operarem no espaço aéreo moçambicano, bem como a estabelecerem novas rotas aéreas com um elevado potencial de desenvolvimento, como são os casos de Nacala, Pemba e Vilankulo, é necessário que sigam os mecanismos estabelecidos pelo Regulador, o Instituto Nacional da Aviação Civil de Moçambique.

No que diz respeito ao quadro do transporte aéreo doméstico, o governante afirmou que o mesmo continua reservado aos operadores nacionais, apesar de “continuarmos a incentivar os investidores que tiverem interesse em explorar este seguimento para apostarem no País”.

Ainda neste capítulo, Mesquita explicou que “a diversificação da oferta do serviço de transporte aéreo doméstico visa promover a qualidade e a competitividade, bastante benéficas para o público utente deste serviço”.

Carlos Mesquita fez estes pronunciamentos por ocasião do arranque das actividades da Air Mauritius, uma companhia aérea das Maurícias que ligará, semanalmente, as cidades de Maputo e de Port Louis, a capital daquele país insular, membro da SADC.

Para o titular da pasta dos Transportes, a entrada deste operador representa mais um passo fundamental na afirmação de Moçambique no mercado regional e internacional, acrescido pelo facto de, as reformas da Aviação Civil ora em curso, estarem a tornar o País mais apetecível para as companhias aéreas.

“Este movimento é impulsionado pelo trabalho desenvolvido pelo Governo moçambicano, quer na componente de ampliação e modernização de infraestruturas, quer no estabelecimento de um quadro legal apropriado que está a permitir uma abertura gradual do espaço aéreo nacional”, sustentou.

Para Carlos Mesquita, a ligação entre Maputo e as Ilhas Maurícias representa uma janela importante, tendo em conta a posição que aquele país insular representa no mercado do turismo mundial.

Por sua vez, o presidente da Air Mauritius, Arjoon Suddhoo, disse, na ocasião, que a entrada desta companhia aérea na ligação entre Maputo e aquele país insular é um marco importante não só para as Maurícias, mas também para Moçambique, bem como para o continente africano.

“Esta viagem é o primeiro passo em direcção a algo que é muito ambicioso para o continente africano, para as Maurícias e para Ásia. Este corredor aéreo é uma iniciativa africana e gostaríamos que fosse também um projecto moçambicano. Todos nós podemos unir esforços para fazê-lo acontecer”, disse Arjoon Suddhoo.

 

Avião da Air Mauritius

Avião da Air Mauritius

 

Corte de fita inaugural da Air Mauritius

Corte de fita inaugural da Air Mauritius

 

Arjoon Suddhoo Presidente da Air Mauritius

Arjoon Suddhoo Presidente da Air Mauritius

 

Carlos Mesquita Ministro dos Transportes e Comunicações

Carlos Mesquita Ministro dos Transportes e Comunicações