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Faixas rodoviárias exclusivas para transporte público: Odebrecht materializa Projecto de Mobilidade Urbana do Conselho Municipal da Cidade de Maputo

Félix Martins Administrador Delegado da Odebrecht Moçambique

A Odebrecht Moçambique, que actua nos sectores de Engenharia e Construção, Óleo e Gás, Petroquímico, Agronegócios, Ambiental, dentre outros, vai iniciar, no primeiro semestre de 2016, em Maputo, a construção de uma solução de mobilidade urbana integrada de 17 quilómetros de faixas exclusivas para o transporte público, com capacidade para transportar mais de 40 milhões de pessoas por ano.
Trata-se da materialização do Projecto de Mobilidade Urbana do Conselho Municipal da Cidade de Maputo, consistindo num corredor exclusivo para autocarros com quatro terminais e 16 estações, ligando Magoanine, Xiquelene, Praça dos Trabalhadores e Museu, conforme explicou Félix Martins, Administrador Delegado da Odebrecht Moçambique.
“Com a sua conclusão prevista para 2018, as obras de construção de um sistema de Bus Rapid Transit (BRT), em Moçambique, vão gerar oportunidades de empregos directos para cerca de 1.500 moçambicanos”, referiu o Administrador Delegado da Odebrecht Moçambique.
Considerado como uma das melhores soluções a nível mundial em termos de custo-benefício para a área de transportes de massa, o Projecto de Mobilidade Urbana de Maputo, para além de contribuir para a redução do tráfego na cidade, visa combinar a capacidade e a velocidade dos autocarros com a flexibilidade e baixo custo de um sistema de transportes, como vem ocorrendo nos principais centros urbanos do mundo, melhorando significativamente a qualidade de vida dos utentes do transporte público.
Ainda no primeiro semestre do próximo ano, conforme explicou Félix Martins, a Odebrecht Moçambique projecta construir, na província de Gaza, com fundos próprios e em parceria com empresários locais, uma planta de processamento da mandioca para a fabricação de amido in-natura e modificado.
Com investimento avaliado em mais de 20 milhões de dólares norte-americanos, o Projecto do Amido vai contar com o envolvimento directo de mais de cinco mil agricultores locais, numa área estimada de dois mil hectares, numa primeira fase, devendo expandir-se até no máximo cinco mil hectares.
“Pretende-se que este empreendimento aumente a produção e a produtividade agrícola, através da utilização de tecnologias sustentáveis de ponta para a agricultura tropical, promovendo a integração da população, por via de qualificação da agricultura familiar orientada para o mercado”, acrescentou o Administrador Delegado da Odebrecht Moçambique.
Já no segundo semestre de 2016 será a vez do distrito de Mocuba/Lugela, na província da Zambézia beneficiar do Projecto Avícola Integrado, que consiste na instalação de uma linha de produção, que compreende uma fábrica de rações, uma incubadora, a criação de frangos e um matadouro.
O projecto, estimado em 65 milhões de dólares norte-americanos e ainda em fase de estudo de viabilidade, a ser igualmente implementado com base em fundos próprios da Odebrecht Moçambique, prevê a geração de riqueza envolvendo mais de três mil agricultores, com uma capacidade anual instalada para a produção de 6.500 toneladas de carne de frango, 30 mil toneladas de grão, 36 mil de ração e 1.600 toneladas de óleo. É de fundamental importância para o aumento da segurança alimentar, combate à fome e à pobreza, e para a redução das importações do país.

A Odebrecht é a maior empresa de engenharia e construção da América Latina e 12ª maior do mundo, com mais de 70 anos de existência e presença em mais de 20 países, incluindo Moçambique. Actua nos segmentos de Engenharia e Construção, Transporte e Logística, Agronegócios, Óleo e Gás, Química e Petroquímica, Imobiliário, Engenharia Ambiental, Bioenergia, Defesa, Naval, Investimentos e Concessões. A Organização integra mais de 160 mil profissionais de 70 diferentes nacionalidades e exporta produtos e serviços para mais de 40 países.
Com mais de 10 anos de actuação em Moçambique, alguns dos projectos mais destacados são a reabilitação de 153 km da Rodovia Inchope-Machipanda, alargamento da faixa de rodagem e construção de bermas da EN6, finalizada em 1996, a construção do terminal de carvão no Cais 8 do Porto da Beira, incluindo a zona de armazenamento e linhas ferroviárias, concluído em 2012, a Mina de Carvão de Moatize, para a Vale Moçambique, com capacidade de processamento de 22 milhões toneladas de carvão por ano, finalizada em 2014, e a construção do Aeroporto Internacional de Nacala, com capacidade para transporte de 500 mil passageiros e 5 mil toneladas de carga por ano, inaugurado também em 2014.

 

Félix Martins Administrador Delegado da Odebrecht Moçambique

Félix Martins Administrador Delegado da Odebrecht Moçambique

 

Apresentação de alguns projectos em Moçambique

Apresentação de alguns projectos em Moçambique

 

 

Participantes no encontro com Imprensa

Participantes no encontro com Imprensa

 

Participantes no encontro com Imprensa 1

Participantes no encontro com Imprensa