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Hora do Planeta: Sede do Standard Bank junta-se à torre Eiffel e apaga as luzes

Sede do Standard Bank

O País e o mundo celebraram, no dia 25 de Março, a Hora do Planeta, uma iniciativa marcada pelo tradicional acto de apagar as luzes das 20:30H às 21:30H, como um gesto simbólico que visa sensibilizar a humanidade sobre o impacto das mudanças climáticas e apelar ao uso racional dos recursos naturais.

Em Moçambique, as celebrações centrais, promovidas pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF), com o lema “Eu sou Água, Energia, Floresta. Eu Voto pela Acção Climática”, tiveram lugar na cidade de Maputo, na avenida 10 de Novembro, em frente à sede do Standard Bank, que utilizou o seu edifício para mostrar a solidariedade para com a causa.

Esta é a segunda vez que o Standard Bank se junta ao movimento Hora do Planeta em Moçambique, e a oitava a nível do Grupo, desligando as luzes de todas as suas sedes no continente africano.

De acordo com o representante do Standard Bank, Paulino Pires, o banco juntou-se à iniciativa por ter a consciência de que Moçambique e o mundo só poderão seguir em frente se estiver garantida a sustentabilidade dos seus recursos naturais.

“A presença destas pessoas torna o movimento muito mais amplo e isso é muito positivo e encorajador. Significa que já não estamos a lutar sozinhos pela sustentabilidade do nosso planeta”, disse Paulino Pires, dirigindo-se ao público que se fez presente na avenida 10 de Novembro.

Por seu turno, Carlos Serra, representante do Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural, chamou à atenção para a necessidade de se apostar na educação ambiental, para se reverter os efeitos nocivos da acção humana na natureza.

“O planeta está a dar sinais e temos de saber interpretá-los e começarmos a mudar de atitude perante ele. No ano passado tivemos a zona Sul em processo de estiagem. Este ano há restrições no abastecimento de água na cidade de Maputo, onde também falta o carvão vegetal usado na cozinha, cheias e ventos fortes nalgumas províncias. Há tantos exemplos que simbolizam o quão os nossos actos estão a ser nocivos ao planeta”, referiu Carlos Serra.

A primeira edição do movimento Hora do Planeta teve lugar em Março de 2007, em Sidney, capital da Austrália, e desde essa altura não parou de crescer. O que começou como um evento isolado tornou-se global, envolvendo mais de um bilião de pessoas em mais de sete mil cidades de 172 países.

Alguns dos mais conhecidos monumentos mundiais, como as pirâmides do Egipto, a torre Eiffel, em Paris, o Cristo Redentor, no Brasil, a Acrópole de Atenas e até a cidade de Las Vegas, nos Estados Unidos da América, já ficaram às escuras durante uma hora, para assinalar este acontecimento.

 

Sede do Standard Bank

Sede do Standard Bank

 

Participantes

Participantes

 

Paulino Pires Representante do Standard Bank

Paulino Pires Representante do Standard Bank

 

Carlos Serra representante do Ministério da Terra Ambiente e Desenvolvimento Rural

Carlos Serra representante do Ministério da Terra Ambiente e Desenvolvimento Rural

 

Participantes 1

Participantes