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No Brasil: Graça Machel enaltece o papel da mulher na sociedade

Odebrecht

A activista moçambicana dos direitos humanos, Graça Machel, cujas acções estão centradas no empoderamento da mulher e da criança, participou, a 5 de Setembro, como oradora no encerramento do ciclo de conferências da 11ª edição do projecto Fronteiras Braskem do Pensamento, que decorreu na Cidade de Salvador, no Estado da Bahia, Brasil, sob o lema “Civilização: A sociedade e os seus valores”.
Engajada na luta pelo empoderamento da mulher, Graça Machel falou dos seus projectos, ligados à educação, direitos da criança e apoio às mulheres empreendedoras no continente africano.

A activista foi considerada recentemente como a 36º colocada na lista das 100 pessoas mais respeitáveis do mundo, da empresa de consultoria sul-africana Reputation Poll, ranking que conta com nomes que vão de Papa Francisco e Dalai Lama, passando por personalidades políticas como Barack e Michelle Obama.

Para Graça Machel, “a mulher é fonte de várias energias. Reinventa-se, posiciona-se, muitas vezes, em silêncio e é capaz de fazer as crianças estudarem, comerem, mesmo em situações de muita dificuldade. Por isso, ela tem de ser influenciadora em todos os níveis”.

O projecto Fronteiras Braskem do Pensamento, que é patrocinado pela Braskem, empresa da Organização Odebrecht com actuação no sector Petroquímico, é um ciclo de conferências anuais que se realiza desde 2007, ligado ao projecto cultural Fronteiras do Pensamento, que aposta na liberdade de expressão intelectual e na educação de qualidade como ferramentas para o desenvolvimento abrindo espaço para o debate e a análise da contemporaneidade e das perspectivas para o futuro.

Desde o seu lançamento em 2007, vários pensadores, artistas, cientistas e líderes – que são referência nas suas áreas de pesquisa e pensamento – tem participado do projecto, cujos valores básicos são o pluralismo de abordagens, o rigor académico e intelectual e a interdisciplinaridade de ideias.

Cabe destacar que esta 11ª edição do projecto, que contou com o apoio do Governo do Estado da Bahia, foi inaugurada pelo escritor moçambicano Mia Couto, que já conta com a sua terceira participação neste ciclo de conferências anuais.

 

Odebrecht