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Por ocasião dos seus 20 anos: CTA lança Prémio de Jornalismo sobre o Diálogo Público-Privado

Encontro CTA com a imprensa

‎A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) lançou esta terça-feira, 26 de Abril, na cidade de Maputo, o “Prémio de Jornalismo sobre o Diálogo Público-Privado”, alusivo à celebração dos 20 anos de existência desta agremiação.
Com este prémio, que abrange as categorias de imprensa escrita, rádio e televisão, pretende-se reconhecer o engajamento dos profissionais de comunicação social na promoção das actividades do sector privado no que respeita à melhoria do ambiente de negócios no País.
Nesse sentido, conforme explicou Agostinho Vuma, vice-presidente da CTA, que falava num encontro com representantes de alguns dos principais órgãos de informação, serão premiados os jornalistas que, ao longo dos 20 anos de existência desta agremiação, se tenham destacado na cobertura de assuntos relacionados com o Diálogo Público-Privado.
“Para a CTA, o engajamento dos jornalistas nesta matéria faz parte do lobby e advocacia, que constituem um canal importante para a visibilidade das acções e propostas de reformas da CTA em busca da redução do tempo, custo e simplificação de procedimentos para as empresas”, considerou Agostinho Vuma.
Ainda durante o encontro, que juntou na mesma sala membros do conselho directivo da CTA e representantes de órgãos de comunicação social, foram abordadas diversas matérias ligadas ao Diálogo Público-Privado e à economia nacional.
Em relação ao desempenho da economia para o presente ano, Agostinho Vuma referiu que o mesmo pode ser pior em relação a 2015, devido, essencialmente, a quatro factores, nomeadamente o fenómeno climático El Nino, que está a afectar a produção e produtividade agrícolas nas zonas Sul e Centro, a tensão político-militar, desvalorização da moeda nacional, o Metical, e a dívida pública.
Sobre a tensão político-militar, que está a afectar sobremaneira o sector dos transportes, o vice-presidente da CTA considerou ser urgente a revitalização da cabotagem marítima “para que seja uma alternativa aos negócios, pois pode desempenhar um papel importante no escoamento da produção de e para as três regiões do País”.
No que diz respeito à dívida pública, Agostinho Vuma apontou a redução do investimento público como uma das consequências imediatas, o que pode levar às empresas a despedir trabalhadores uma vez ser o Estado o principal cliente do sector privado.
“Se o Estado deixar de investir as empresas não vão facturar e, consequentemente, não estarão em condições de pagar salários”, esclareceu Agostinho Vuma, que disse ser necessário que o Governo esclareça as zonas de penumbra sobre esta questão para que se possa fazer uma melhor avaliação sobre o real impacto que se pode esperar.

 

Encontro CTA com a imprensa

Encontro CTA com a imprensa

 

Encontro CTA com a imprensa 1

 

 

Agostinho Vuma Vice Presidente da CTA

Agostinho Vuma Vice Presidente da CTA