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Revelado no Fórum do Sector Privado com o BID: Autoridade Reguladora da Concorrência prestes a ser operacionalizada

Khaled Al Aboodi - Director Executivo do Conselho Islâmico para o Desenvolvimento do Sector Privado

O sector privado moçambicano, e não só, deve aproveitar as facilidades de financiamento concedidas pelo Banco Islâmico de Desenvolvimento (BID) para alavancar a economia e suprir as necessidades de investimento. 
Este apelo foi feito pelo Vice-Ministro da Indústria e Comércio, Omar Mithá, quando falava segunda-feira, 8 de Junho, no Fórum do Sector Privado com o Banco Islâmico de Desenvolvimento, organizado no âmbito da 40ª Reunião Anual desta instituição financeira, que decorre na cidade de Maputo desde o dia 06 de Junho. 
Segundo Omar Mithá, uma das vantagens do BID no que diz respeito ao investimento tem a ver com o “facto de a instituição poder servir de canal para o financiamento das Pequenas e Médias Empresas”. 
Entretanto, o governante reconheceu que o País ainda tem “enormes desafios a nível regulamentar, mas o Governo está a trabalhar para transpor os obstáculos que ainda persistem. Por exemplo, vamos operacionalizar ainda este ano a Autoridade Reguladora da Concorrência, uma entidade que vai contribuir para a criação de um ambiente de concorrência sã e na melhoria do grau de atractividade”.
Por seu turno, Khaled Al-Aboodi, Director Executivo do Conselho Islâmico para o Desenvolvimento do Sector Privado, um órgão do BID, demonstrou total abertura da instituição para financiar projectos de investimento do Governo e do sector privado moçambicanos. 
“O Banco Islâmico de Desenvolvimento oferece inúmeras vantagens. Por exemplo, para além de financiar, directamente, os projectos submetidos, também podemos servir de intermediário entre a banca e o interessado, que pode ser o Governo ou o sector privado”, explicou Khaled Al-Aboodi. 
Para a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), o Fórum do Sector Privado com o Banco Islâmico de Desenvolvimento serviu para discutir questões de financiamento de projectos, sendo que esta instituição financeira apresentou mecanismos alternativos de acesso aos fundos, os quais devem cumprir com as políticas e finanças islâmicas. 
De acordo com Eduardo Macuácua, Director Executivo Adjunto da CTA, “um dos grandes problemas da nossa economia tem a ver com o acesso ao financiamento em condições adequadas, e o BID tem vantagens comparativas em termos de taxas de juros, garantias bancárias, etc”. 
Entretanto, ainda nesta segunda-feira, a CTA participou num seminário organizado pela Associação Industrial Portuguesa, durante o qual foi apresentada a plataforma empresarial Lusófona CPLP Invest, uma base de dados com estudos e informação sobre financiamento e mercados, simuladores de investimento, oportunidades de negócio e de certificação empresarial.

 

Khaled Al Aboodi -  Director Executivo do Conselho Islâmico para o Desenvolvimento do Sector Privado

Khaled Al Aboodi –  Director Executivo do Conselho Islâmico para o Desenvolvimento do Sector Privado

 

Eduardo Macuacua - Director Executivo Adjunto da CTA

Eduardo Macuacua – Director Executivo Adjunto da CTA

 

Omar Mithá - Vice-Ministro da Indústria e Comércio 1

Omar Mithá – Vice-Ministro da Indústria e Comércio

 

Mesa que presidiu o Fórum do Sector Privado com Banco Islâmico

Mesa que presidiu o Fórum do Sector Privado com Banco Islâmico

 

Participantes no encontro de negócios entre a delegação empresarial da CPLP e empresários moçambicanos

Participantes no encontro de negócios entre a delegação empresarial da CPLP e empresários moçambicanos

 

Participantes no Fórum do Sector Privado com Banco Islâmico

Participantes no Fórum do Sector Privado com Banco Islâmico